Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/10468
Tipo: doctoralThesis
Título: As epistemologias modais e seus críticos
Autor(es): Rodrigues, Lucas Roisenberg
Orientador: Almeida, Cláudio Gonçalves de
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Fecha de Publicación: 2017
Palabras clave: EPISTEMOLOGIA
CONHECIMENTO
FILOSOFIA
Resumen: Nesta tese, trato de um conjunto de teorias, aqui denominadas de epistemologias modais, que buscam explicar e/ou analisar o conhecimento a partir de condições ou princípios contrafactuais, isto é, princípios que dizem respeito ao que aconteceria em situações ou circunstâncias não atuais. Inicialmente, explico a teoria do rastreamento, proposta por Robert Nozick, que utiliza dois condicionais contrafactuais, os princípios da sensibilidade e aderência, para analisar o conhecimento e tentar solucionar difíceis problemas epistemológicos, notadamente o problema do ceticismo. Após explicar a proposta de Nozick, exponho diversas objeções à sua teoria, que foram aqui divididas em quatro tipos: restritivas, permissivas, violações do princípio de fecho epistêmico e relativas ao modo como Nozick entende o conceito de método. Pretendo mostrar que o conjunto das objeções aqui apresentadas sugere fortemente que a teoria de Nozick não é correta. Após tratar da teoria do rastreamento, apresento a principal sucessora e epistemologia modal concorrente da teoria de Nozick: a teoria da segurança. Os dois principais defensores da condição de segurança são Ernest Sosa e Duncan Pritchard, e dedico uma seção a cada um dos autores. No que diz respeito a Duncan Pritchard, alego que sua teoria não consegue explicar adequadamente nossas atribuições de ignorância e conhecimento em certas situações lotéricas. Também procuro mostrar que certas objeções, tais como o contraexemplo da festa de Halloween, proposto originalmente por Juan Comesaña, não foram adequadamente respondidas pelos defensores da segurança, e que as principais respostas disponíveis a essas objeções não são promissoras.
This thesis is about some theories, here called modal epistemologies, that attempt to explain and/or analyze knowledge by means of counterfactuals principles or conditions, that is, principles that talk about what would be the case in non-actual circumstances. Initially, I explain the tracking theory, proposed by Robert Nozick, that employ two counterfactuals conditionals, the sensitivity and adherence principles, to analyze knowledge and solve difficult epistemological problems, such as the skeptical problem. After explaining tracking theory, I present multiple objections to Nozick, which were here divided in four main kinds: restrictive, permissive, violations of epistemic closure and problems regarding Nozick’s conception of methods. I claim that the objections here presented strongly suggests that Nozick’s theory cannot be correct. I also explain the main competitor with tracking: safety theory. The two main proponents of safety are Ernest Sosa and Duncan Pritchard, and I study each author within a separate section. Concerning Pritchard, I claim that he cannot explain knowledge and ignorance attributions in lottery examples. I also try to show that some replys to safety’s objectors, such as the Halloween's party counterexample, originally made by Juan Comesaña, are not correct, and that the main response’s available against Comesaña’s objection are not very promising.
URI: http://hdl.handle.net/10923/10468
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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