Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/10565
Tipo: masterThesis
Título: O idealismo prático e o terror: a revolução francesa aos olhos de G. W. F. Hegel
Autor(es): Engelmann, João Gilberto
Orientador: Weber, Thadeu
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Fecha de Publicación: 2017
Palabras clave: HEGEL, GEORG WILHELM FRIEDRICH - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
LIBERALISMO
FRANÇA - HISTÓRIA - REVOLUÇÃO, 1789-1799
FILOSOFIA ALEMÃ
Resumen: O trabalho apresenta a interpretação hegeliana da Revolução Francesa de acordo com a Fenomenologia do Espírito e as Lições sobre a Filosofia da História Universal, ainda que não trate exaustivamente qualquer das obras. A análise hegeliana da Revolução Francesa é exposta em sintonia com o sujeito lógico-histórico de cada obra, ou seja, a consciência e os povos, respectivamente. Os conceitos de abstração e terror, que delimitam o alcance prático da Revolução Francesa, são considerados por Hegel, na Fenomenologia do Espírito, como consequências da postulação de um conceito atomista de liberdade. Enquanto a instabilidade da constituição e da república francesas ilustra a abstração (a pura negatividade), a banalidade da morte ilustra o terror. A consciência, absolutamente livre, não é capaz de produzir senão leis e atos-de-estado. Nas Lições sobre a Filosofia da História Universal a abstração, com contornos históricos mais claros, culmina na análise do liberalismo como princípio que superdimensiona os interesses particulares em detrimento do Estado. Paira sobre o fim das Lições sobre a Filosofia da História Universal o espectro do futuro incerto, das reais possibilidades que o catolicismo e o liberalismo terão de desenvolver seus princípios. A Filosofia do Direito traça, a partir dos diagnósticos oferecidos pela Fenomenologia do Espírito e pelas Lições sobre a Filosofia da História Universal, as categorias que integram o conceito de liberdade realizada, tanto no sentido da liberdade individual quanto da liberdade política. Postula, portanto, a integração ou unificação tanto do indivíduo quanto da sociedade civil-burguesa no Estado. Tal postulação implica, por um lado, a confluência, em um mesmo indivíduo, do bourgeois e do citoyen. Por outro, implica o controle dos excessos da sociedade civil-burguesa.Explicita-se, portanto, a diferença substancial entre o conceito de liberdade política da Revolução Francesa (democracia e república eletiva) e de Hegel. Por fim, o trabalho aponta possíveis problemas na interpretação hegeliana da Revolução Francesa, sobretudo no que se refere à higidez da análise hegeliana.
The work shows the Hegelian interpretation on French Revolution according to Phenomenology of Spirit and Philosophy of History, even with no exhaustive approach. The Hegel’ analysis on French Revolution is exposed according to the logic and historic subject in each book, it is, the conscience and the peoples, respectively. The concepts of abstraction and terror both which delimitate the practical reach of French Revolution are taken in Hegel’s account as consequences of an atomist notion of freedom. While the instability of French constitution and republic illustrates the abstraction (pure negativity), the banality of death illustrates the terror. The conscience absolutely free is able to make nothing but laws and mere state acts. In Philosophy of History the abstraction, with better historical limits, culminates considering the liberalism as a principle which oversize particular interests. There is over the end of Philosophy of History the spectrum of an uncertain future marked by the progress of Catholicism and liberalism. Since Phenomenology of Spirit and Philosophy of History the Philosophy of Right delineates the categories which complete the concept of accomplished freedom in both senses individual and political. Thus, the book postulates a unification of individual as much as of civil society into the State. Such postulation implies an integration in a same individual the bourgeois and citoyen. It implies as well the control of the civil society’s excesses. So become clear the fundamental difference between the Hegelian concept of political freedom and the French Revolution’s one (democracy and elective republic). In concluding the work points out possible problems of the Hegelian interpretation of the French Revolution, mainly about the integrity of Hegelian analysis.
URI: http://hdl.handle.net/10923/10565
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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