Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/1322
Tipo: masterThesis
Título: Temperamento emocional e afetivo e tabagismo em uma grande amostra
Autor(es): Soldado, Fabíola Aparecida
Orientador: Lara, Diogo Rizzato
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular
Fecha de Publicación: 2009
Palabras clave: PSICOBIOLOGIA
BIOLOGIA CELULAR
BIOLOGIA MOLECULAR
TEMPERAMENTO
TABAGISMO
NICOTINA
FUMO
Resumen: Temperament is related to the emotional nature and is considered the basis of mood, behavior, and personality. The concept of temperament emerged about 2. 500 years. Ever since, new proposals of classification and distinction of temperaments appeared. The most studied models in psychiatry are those of emotional temperament by Cloninger and affective temperament by Kraepelin and Akiskal. Based on those main models recently, an integrative model was proposed and called the Activationinhibition- control model. This dimensional model is based on the two main emotional forces or vectors of the mind, i. e., inhibition (fear) and activation (drive and anger) traits, which are regulated by control. Also, a scale was developed and validated – the Combined Emotional and Affective Temperament Scale (CEATS) - which evaluates emotional and affective temperaments. The objective of this study was to correlate the results of the CEATS with smoking status (never, former and current smoker) and mean number of cigarettes smoked. Data was collected by an web-based survey. Among the 5379 subjects (1370 males), 60% percent were non-smokers, 17% had quitted and 23% were current smokers. The results showed that smokers were more associated with unstable affective temperaments and externalized emotional temperaments (disinhibition, poor control, and anger), lower drive and unstable affective temperaments. Lower anger and higher control and drive were associated with quitters. The evaluation of these temperament traits may help in the decision of the pharmacological treatment for smoking cessation.
O temperamento se refere à natureza emocional e pode ser considerado como a base do humor, do comportamento e da personalidade. O conceito de temperamento surgiu há cerca de 2. 500 anos. Desde então, novas propostas de classificação e distinção de temperamentos surgiram. Os modelos mais estudados são o de temperamento emocional de Cloninger e temperamento afetivo de Kraepelin e Akiskal. Baseado nesses principais modelos, recentemente foi proposto um modelo que os integra, chamado de modelo de Ativação-inibição-controle. Esse modelo dimensional proposto é baseado nas duas principais forças emocionais ou vetores da mente, ou seja, em traços de inibição (medo) e ativação (vontade e raiva), que são regulados pela função de controle. Recentemente, foi desenvolvida e validada uma nova escala – Escala Combinada de Temperamento Emocional e Afetivo (ETAFE/CEATS) – que avalia simultaneamente temperamentos emocionais e afetivos. O principal objetivo do presente estudo foi correlacionar os dados dessa escala com hábito de fumar (ser fumante, ex-fumante ou nunca ter fumado, e o número de cigarros fumados por dia em média). A coleta dos dados foi feita pela Internet. Entre os 5379 sujeitos (1370 homens), 60% eram não fumantes, 17% eram ex-fumantes e 23% eram fumantes. Os resultados mostraram que o hábito de fumar estava mais associado com temperamentos afetivos instáveis e temperamentos emocionais externalizados (desinibição, baixo controle e raiva), menor vontade e temperamentos afetivos instáveis. Menor raiva e maior controle e vontade parecem ser associados a ter deixado de fumar. A avaliação destas características de temperamento pode ajudar na decisão das opções de tratamento farmacológico para parar de fumar.
URI: http://hdl.handle.net/10923/1322
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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