Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/1945
Tipo: masterThesis
Título: Contrarreforma psiquiátrica: o modelo hospitalocêntrico nas políticas públicas em saúde mental no Rio Grande do Sul
Autor(es): Souza, Vinícius Rauber e
Orientador: Mariano, Ricardo
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Fecha de Publicación: 2012
Palabras clave: SERVIÇO SOCIAL
REFORMA PSIQUIÁTRICA
SAÚDE MENTAL
ATENÇÃO À SAÚDE
POLÍTICA DE SAÚDE
Resumen: O trabalho aborda processo de reforma psiquiátrica no Rio Grande do Sul. Focaliza a contrarreforma psiquiátrica, com o retorno de um modelo hospitalocêntrico – centrado na internação e no atendimento em hospitais gerais – às políticas públicas de atenção à saúde mental em detrimento do modelo psicossocial, que é baseado no atendimento ambulatorial e comunitário. Procura mapear os conflitos, as disputas, os recursos utilizados pelos grupos, os principais tipos de capital valorizados no campo, a atual configuração, a participação dos envolvidos nos debates públicos e suas principais estratégias e mecanismos de ação. Salienta a formação de alianças e coalizões no campo da saúde mental no Rio Grande do Sul. Foca a análise nos grupos que resistem à reforma psiquiátrica, tema de pesquisa que permanece praticamente intocado pela literatura acadêmica, examina suas relações e sua atuação na arena política em saúde mental. A pesquisa empírica que deu suporte ao trabalho foi feita a partir da observação de debates públicos e eventos na área da saúde mental, de entrevistas realizadas com agentes no campo e da leitura de atas de reuniões, jornais, blogs, teses e dissertações sobre o assunto. Conclui que o modelo de atenção à saúde mental de base psicossocial vem perdendo espaço nas políticas públicas nos últimos anos para o modelo hospitalocêntrico, que se consolidou como o paradigma dominante no campo da saúde mental principalmente a partir da epidemia de crack.
The work adresses the process of psychiatric reform in Rio Grande do Sul. It focuses in the psychiatric counter-reform, with the return to the hospital-centered model – centered on internation and on care in general hospitals – to the mental health policies in place of the psychosocial model, based on outpatient and community treatment. It seeks to scan the conflicts, the disputes, the resources used by the groups, the main types of capital in the field, the current configuration, the participation of those involved in public debates and your main strategies and mechanisms of action. It emphasizes the formation of alliances and coalitions in the field of mental health in Rio Grande do Sul. The analysis focuses on groups that resist to the psychiatric reform, topic that remains largely untouched by the academic literature, examines their relationships and their role in the political arena in mental health. The empirical research, that has supported the work, was done from the observation of public debates and events on mental health, interviews with the agents in the field and from the reading of minutes of meetings, newspapers, blogs, theses and dissertations on the subject. We conclude that the model of mental health care for psychosocial base has been losing ground in public policy in recent years for the hospital-centered model, which has established itself as the dominant paradigm in the field of mental health mainly from the crack epidemic.
URI: http://hdl.handle.net/10923/1945
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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