Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/2114
Tipo: masterThesis
Título: Comunicação: imprensa e poder no Brasil republicano : estudo interpretativo das relações dos jornais A Federação, Correio da Manhã, Correio do Povo e Tribuna da Imprensa com os políticos José Gomes Pinheiro Machado, Getúlio Dornelles Vargas e Artur da Costa e Silva
Autor(es): Duarte, Luiz Antônio Farias
Orientador: Dornelles, Beatriz Corrêa Pires
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social
Data de Publicação: 2012
Palavras-chave: COMUNICAÇÃO SOCIAL
IMPRENSA - BRASIL - HISTÓRIA
COMUNICAÇÃO E POLÍTICA
HERMENÊUTICA
Resumo: The object of this research is to interpret the relationship between the Press and the Power. It covers, in a wider sense, the entire Brazilian republican period (1889/2012), and in a more restricted sense, it focuses on the three initial phases: the First Republic – also known as the Old Republic – (1889/1930), the Getulista State (1930/1954) and the Military Regime (1964/1985). The term “Press”, in the present report, is the set of publications that, in their own time, constituted what the common sense designates as “reference press”; whereas the word “Power”, describes three characters that are representatives of society in the political field during the aforementioned times: José Gomes Pinheiro Machado, Getúlio Dornelles Vargas and Artur da Costa e Silva. The investigation is developed from a general analysis of the way that the publications and the politicians representative of each time related to each other. This analysis gradually particularizes itself in the light of studies on Journalism and of theoretical resources taken from other scientific fields. The method of research utilized is a combination of historic, documental and bibliographic researches with Depth Hermeneutics. This path of study takes us to the very trajectory of Brazilian Press along the Republic period, which, naturally, rests on the relationships with the representations of the political power. From this scientific immersion that expands itself from the fields of Communication and Politics into the fields of Economy, History and Sociology, considerations are made such as: journalistic organizations, newspapers and newsmen were not mere spectators of the events they chose to turn into news. They act as an element of the relations of power as they have the potential to shift these relations towards the common good or towards private interests.
A interpretação das relações da Imprensa com o Poder é o objeto desta pesquisa, em sentido amplo abrangendo todo o período republicano brasileiro (1889/2012), e em sentido restrito concentrando-se nas suas três fases iniciais: Primeira República – também chamada República Velha – (1889/1930), Estado Getulista (1930/1954) e Regime Militar (1964/1985). Por “Imprensa” se toma, no presente trabalho, o conjunto de publicações que, em seu tempo, se insere no que o senso comum designa como “imprensa de referência”; e por “Poder”, três personagens representativas da sociedade no campo político nas épocas já referidas: José Gomes Pinheiro Machado, Getúlio Dornelles Vargas e Artur da Costa e Silva. A investigação desenvolve-se a partir de uma análise geral da forma com que os jornais e as publicações representativos de cada tempo se relacionaram, análise essa que gradualmente se particulariza à luz dos estudos sobre o Jornalismo e dos recursos teóricos tomados de outros campos científicos. A combinação entre as pesquisas histórica, documental e bibliográfica com a Hermenêutica de Profundidade constitui o método aqui utilizado. Esse percurso permite avançar para a própria trajetória da imprensa escrita brasileira ao longo da República, o que, naturalmente, incide sobre as relações com as representações do poder político. Dessa imersão científica que se expande dos campos da Comunicação e da Política para os da Economia, da História e da Sociologia, chega-se a considerações como: organizações jornalísticas, jornais e jornalistas não foram meros espectadores dos acontecimentos sobre os quais selecionam os que serão transformados em notícia. Atuam, assim, como um elemento próprio das relações de poder, podendo potencializá-las tanto nas direções do bem comum quanto na dos interesses particulares.
URI: http://hdl.handle.net/10923/2114
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