Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/2254
Type: doctoralThesis
Title: Comunicação: uma leitura da complexidade na marca Chanel
Author(s): Silva, Iara
Advisor: Ramos, Roberto José
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social
Issue Date: 2006
Keywords: MARCAS (PROPAGANDA)
MODA - SEMIOLOGIA
COMPLEXIDADE
MARCAS - CHANEL
Abstract: This thesis examines the Chanel Brand and its interfaces with Communication and Myth. Understanding the paradox of ephemerality versus perenniality has been the main focus of this study, since the notion of Brand is connected with time, which is paramount to the construction of Brand. On the other hand, Fashion refers to the idea of ephemerality, whose notion of time is associated with the validity of one season’s collection. The present study was based on the theories and categories proposed in Morin’s Communication, together with subcategories Brand, Identity and Color in the work of Semprini and Farina, respectively; Lipovetsky’s Fashion, and Barthes’s Myth and Power. Later, other categories were added, namely Barthes’s Antithesis, Imaginary and Culture, as well as Maffesoli’s Post Modernity. The Complexity Paradigm was adopted for this study. Through this paradigm it was seen that the causes of Complexity are various and they move in spirals, hosting both antitheses and uncertainties which, when viewed from different perspectives, look like a kaleidoscope. The technique in Barthes’s Semiology was also used here for the study of the ABST of the Chanel Brand. This paper also points out issues of the connotation field - the Myth. The Myth is a conditioning element in social reality, through which the Chanel Brand and the Identity of the Brand become natural and eternal, by basing its design on comfort and freedom of movements for women. Chanel focuses on the woman, particularly, the Third Woman, the one who is both free and submissive.
Nesta tese, estudaremos a Marca Chanel nas suas interfaces com a comunicação e com o Mito. Buscaremos, em especial, a compreensão do paradoxo enfermidade versus perenidade, visto que a noção de Marca está vinculada ao tempo, indispensável à sua edificação. A Moda, por sua vez, nos remete à idéia de efemeridade, sua noção de tempo está associada à validade de coleção de uma estação. A fim de fundamentarmos a nossa reflexão, elegemos alguns teóricos, enfocando algumas das categorias usadas por eles, quais sejam: Comunicação, de Morin, a qual é acompanhada das subcategorias Marca, Identidade e Cor, trabalhadas por Semprini e Farina, respectivamente; Moda, de Lipovetsky; e Poder, de Barthes. Elegemos, ainda algumas categorias, a posteriori: Antítese, Imaginário e Cultura, de Barthes; e Pós-Modernidade, de Maffesoli. Como guia para nossa compreensão, será adotado o Paradigma da Complexidade. Através dele, percebemos que as causas da Complexidade são diversas, e que tendem a se movimentar em espiral, abrigando antíteses e incertezas, que sob olhares diferentes, nos propiciam a visão de um caleidoscópio. A Semiologia de Barthes nos acompanhará nesta trajetória, prestando-se de técnica pela qual observaremos a Comunicação da Marca Chanel. Durante nosso percurso, evidenciaremos questões no campo da conotação: o Mito, elemento condicionante da realidade social, que eterniza a naturaliza a Marca Chanel e a Identidade da Marca, que se alicerça na liberdade de movimentos e no conforto feminino. Chanel nos remete à mulher, mais especificadamente, à Terceira Mulher, aquela que é livre, porém, simultaneamente, submissa.
URI: http://hdl.handle.net/10923/2254
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