Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/3917
Tipo: doctoralThesis
Título: Kaingáng: uma história das interações entre nativos e ocidentais durante a conquista e a colonização no sul do Planalto Meridional
Autor(es): Francisco, Aline Ramos
Orientador: Santos, Maria Cristina dos
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em História
Fecha de Publicación: 2013
Palabras clave: HISTÓRIA
KAINGANG - HISTÓRIA
ÍNDIOS - BRASIL - HISTÓRIA
OCUPAÇÕES - BRASIL
Resumen: Esta pesquisa analisa as interações sociais articuladas pelos kaingáng a partir da conquista ibérica. Percebe-se uma diversidade de interações entre nativos e novos moradores, incluindo situações de servidão, escravidão, tutela e ainda, alianças e integração oficial. Constata-se a articulação entre ocupação, colonização e expedições de apresamentos que tinham por objetivo liberar áreas para a colonização. O cativeiro e/ou a servidão de menores indígenas foram parte deste contexto histórico. Ao mesmo tempo, analisamos as situações em que os kaingáng aprisionavam ocidentais ou nativos, como parte de sua organização social, bem como das transformações e rearticulações desta. Houve interações amistosas durante o período, através de alianças informais com fazendeiros locais ou através da formalidade do aldeamento. A inserção/subordinação dos kaingáng implicou a busca de poder e prestígio entre os kaingáng através do estabelecimento de relações formais com o governo em um contexto de conflito. Nosso objetivo é analisar as próprias interações entre nativos e ocidentais, bem como as rearticulações nas regras e práticas sociais kaingáng ao longo do período. O recorte espacial abrange o Planalto Meridional brasileiro, com especial atenção ao planalto sulino. A análise abrange os anos de 1770 a 1880, mas é aprofundada no período entre 1808 a 1880.
This research analyzes the articulated social interactions by kaingáng from the Iberian conquest. A diversity of interactions between native and new residents, including situations of servitude, slavery, protection and integration and alliances. There is the link between occupation, colonization and seizure expeditions that had intended to release areas for colonization. The captivity and/or servitude of indigenous minors were part of this historical context. At the same time, we reviewed the situations in which the Western or native aprisionavam kaingáng, as part of its social organization, as well as the transformations and rearticulations. There were friendly interactions during the period, through informal alliances with local farmers or through the village's formality. The insertion/subordination of kaingáng implied the pursuit of power and prestige among the kaingáng by establishing formal relations with the Government in the context of conflicty.
URI: http://hdl.handle.net/10923/3917
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