Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/4274
Tipo: doctoralThesis
Título: Sobre o romance lusófono, a permanência criativa de Eça de Queirós: relações transliterárias entre Eça de Queirós e cinco romancistas contemporâneos
Autor(es): Melo, Francisco José Sampaio
Orientador: Remédios, Maria Luíza Ritzel
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Letras
Fecha de Publicación: 2008
Palabras clave: LITERATURA COMPARADA
LITERATURA PORTUGUESA
ROMANCES PORTUGUESES - HISTÓRIA E CRÍTICA
QUEIRÓS, EÇA DE - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
INTERTEXTUALIDADE
PERSONAGENS (LITERATURA)
ANÁLISE LITERÁRIA
Resumen: Segmentée em deux parties, la thése porte sur les relations translittéraires entre l'oeuvre et la vie d'Eça de Queirós et le roman lusophone contemporain. Nous avons abordé cinq romans de thématique queirosienne: As batalhas do Caia, de Mário Cláudio; Nação crioula, de José Eduardo Agualusa; A visão de Túndulo por Eça de Queirós, de Miguel Real; A bela angevina, de José-Augusto França; et Cem anos sem uma valsa, de Manuel Córrego. Dans le première partie, nous avons fait une approche théorique qui comprend tant l'investigation à propos de l'intertextualité que la théorie du personnage, dans le but de fournir une base théorique à l'analyse qui s'ensuit des récits contemporain examinés. Dans l'étude de l'intertextualité, nous avons recherché un appui théorique, principalement dans les écrits de Gérard Genette sur ce thème. Dans l'analyse du personnage, nous nous sommes fixés em particulier sur la théorie du personnage de Philippe Hamon. Dans la seconde partie, nous avons traité de la permanence d'Eça de Queirós dans les romans lusophones sélectionnés. Nous avons recherché comment chacun des romanciers étudiés a utilisé le legs queirosien dans la constructions de son oeuvre. Mário Cláudio, dans As batalhas do Caia, dialogue avec un projet de texte d'Eça de Queirós. José Eduardo Agualusa, dans Nação crioula, avec A correspondência de Fradique Mendes. Miguel Real, dans A visão de Túndulo, simule un texte qui pourrait avoir été écrit par Eça de Queirós. José-Augusto França, dans A bela angevina, fait le consul portugais courtiser une jolie française. Manuel Córrego, dans Cem anos e sem uma valsa, ressuscite la protagoniste de A tragédia da Rua das Flores. Tous les romanciers analysés vouent donc un culte au grand mythe des lettres portugaises, soit em reprenant ses textes, soit em transformant Eça de Queirós em un personnage extrêmement interessant pour les approches fictionelles des auteurs lusophones au tournant des XXe. et XXIe. siècles. fre
Segmentada em duas partes, a tese trata das relações transliterárias entre a obra e a vida de Eça de Queirós e o romance lusófono contemporâneo. Cinco foram os romances de temática queirosiana abordados: As batalhas do Caia, de Mário Cláudio; Nação crioula, de José Eduardo Agualusa; A visão de Túndulo por Eça de Queirós, de Miguel Real; A bela angevina, de José-Augusto França; e Cem anos sem uma valsa, de Manuel Córrego. Na primeira parte, fizemos um apanhado teórico que abrangeu tanto a investigação a respeito da intertextualidade quanto a teoria da personagem, com o intuito de fornecer um embasamento teórico para a análise que se segue das narrativas contemporâneas pesquisadas. No levantamento sobre a intertextualidade, buscamos apoio teórico sobremodo nos escritos de Gérard Genette sobre o tema. No apanhado sobre a personagem, nós nos fixamos particularmente na teoria da personagem de Philippe Hamon. Na segunda parte, tratamos da permanência de Eça de Queirós nos romances lusófonos selecionados. Investigamos como cada um dos romancistas estudados utilizou o legado queirosiano na construção de sua obra. Mário Cláudio, em As batalhas do Caia, dialoga com um projeto de texto de Eça de Queirós. José Eduardo Agualusa, em Nação crioula, com A correspondência de Fradique Mendes. Miguel Real, em A visão de Túndulo, simula um texto que poderia ter sido escrito por Eça de Queirós. José-Augusto França, em A bela angevina, põe o cônsul português a cortejar uma formosa francesa. Manuel Córrego, em Cem anos sem uma valsa, ressuscita a protagonista de A tragédia da Rua das Flores. Todos os romancistas analisados, enfim, prestam seu culto ao grande mito das letras portuguesas, seja pela retomada de seus textos, seja por transformar Eça de Queirós num personagem demasiadamente interessante às abordagens ficcionais dos autores lusófonos da virada do século XX ao XXI.
URI: http://hdl.handle.net/10923/4274
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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