Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/4411
Type: masterThesis
Title: Viabilidade do enxerto ósseo da crista ilíaca vascularizado pelo ramo ilíaco da artéria iliolombar: estudo experimental em ratos
Author(s): Peruchi, Fábian Maccarini
Advisor: Silva, Jefferson Luis Braga da
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Issue Date: 2009
Keywords: MEDICINA
TRANSPLANTE ÓSSEO
ARTÉRIA ILÍACA
REGENERAÇÃO ÓSSEA
HISTOLOGIA
IMUNOISTOQUÍMICA
EPIDEMIOLOGIA EXPERIMENTAL
RATOS
Abstract: Introduction: The bone grafts are still used frequently in the resolution of clinical situations with loss of bone substance. The viability of bone cells transferred with the graft is crucial in the mechanical and physiological properties of the graft. A question inherent to the surgical procedure when using vascularised bone grafts is: will the bone graft maintain its viability through the vascular pedicle over time? Through an experimental model, we desire to create inferences about the viability of vascularised bone graft from the iliac crest in rats and check their histological features. Methods: We used 23 isogenic male Kyoto rats, which were divided into two groups, the first consisting of animals subjected to the technique of vascularised bone graft from the iliac crest and pedicled on the iliac branch of the iliolumbar artery, and the second (control group) underwent the same procedure the first with the addition of ligation of the vascular pedicle. The viability of bone grafts was observed for three weeks, by direct observation of the graft, histology and immunohistochemistry. Results: All vascularised grafts evaluated in the first week showed viability by direct observation, histology and immunohistochemistry. Meanwhile in the second and third weeks the grafts were shown to be not viable in 75% of cases when subjected to evaluation by the direct observation and 50% of cases when performed for histological analysis and immunohistochemistry. Conclusions: Some vascularised grafts in their design have become unviable and began to behave as if non-vascularised grafts under the direct observation and histology. Despite the possibility of failure, the use of vascularized bone grafts should be encouraged, because the descriptive histology showed greater cell density in the portion medullary bone, osteocytes with greater functionality in the deposition of bone matrix, with intra-vascular network bone preserved.
Introdução: Os enxertos ósseos continuam sendo utilizados com freqüência na resolução de situações clínicas com perda de substância óssea. A viabilidade das células ósseas transferidas com o enxerto é um dos fatores determinantes para as propriedades mecânicas e fisiológicas do enxerto. Uma dúvida inerente ao procedimento cirúrgico quando se utiliza enxertos ósseos vascularizados é: será que o enxerto ósseo manterá sua viabilidade através do pedículo vascular com o decorrer do tempo? Através de um modelo experimental, almejamos criar inferências sobre a viabilidade do enxerto ósseo vascularizado da crista ilíaca em ratos e verificar suas características histológicas. Métodos: Foram utilizados 23 ratos machos isogênicos da linhagem Kyoto, os quais foram divididos em dois grupos, o primeiro composto por animais submetidos à técnica do enxerto ósseo vascularizado da crista ilíaca baseado no ramo ilíaco da artéria iliolombar, e o segundo (grupo controle) submetidos ao mesmo procedimento que o primeiro com a adição da ligadura do pedículo vascular. A viabilidade dos enxertos ósseos foi verificada durante três semanas, através da visualização direta do enxerto, histologia e imuno-histoquímica. Resultados: Todos os enxertos vascularizados avaliados na primeira semana apresentaram viabilidade segundo a observação direta, histologia e imuno-histoquímica. Entretanto na segunda e terceira semana os enxertos mostraram-se inviáveis em 75% dos casos quando submetidos à avaliação segundo a observação direta e em 50% dos casos quando realizada a análise histológica e imuno-histoquímica. Conclusão: Alguns enxertos vascularizados em sua concepção tornaram-se inviáveis e passaram a se comportar como enxertos não-vascularizados sob a análise da observação direta e histológica. Apesar da possibilidade de falha, o uso de enxertos ósseos vascularizados deve ser incentivado, pois a histologia descritiva demonstrou maior densidade celular na porção óssea medular, osteócitos com maior funcionalidade na deposição de matriz óssea, com rede vascular intra-óssea preservada.
URI: http://hdl.handle.net/10923/4411
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