Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/460
Tipo: masterThesis
Título: Avaliação pós-expansão rápida da maxila com aparelhos do tipo Haas e Hyrax por meio por meio de tomografia computadorizada cone beam
Autor(es): Dias, Laércio Santos
Orientador: Menezes, Luciane Macedo de
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Data de Publicação: 2010
Palavras-chave: ODONTOLOGIA
ORTODONTIA
ORTOPEDIA FACIAL
TÉCNICA DE EXPANSÃO PALATINA
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA
APARELHOS ORTODÔNTICOS
Resumo: A expansão rápida maxilar (ERM) é uma técnica utilizada para o tratamento da atresia maxilar e envolve a abertura da sutura palatina mediana. Entretanto, existe uma deficiência de estudos envolvendo controle à longo prazo. O propósito deste trabalho foi examinar através de tomografia computadorizada por feixe cônico (cone beam) o comportamento esquelético e dentário da expansão rápida maxilar seis meses após a remoção do aparelho considerando dois tipos de expansores, Haas e Hyrax. A amostra foi composta por 17 pacientes portadores de deficiência óssea maxilar transversal submetidos à ERM na Faculdade de Odontologia da PUCRS tendo sido selecionados e distribuidos no grupo Haas (n=12) e no grupo Hyrax (n=5) de acordo com o tipo de expansor utilizado. A avaliação foi realizada nos seguintes tempos: (T1) pré-expansão, (T2) ao final da fase ativa da expansão, (T3) 6 meses após expansão e (T4) 6 meses após a remoção do aparelho. Medidas esqueléticas e dentárias foram comparadas através do teste estatístico ANOVA complementado pelos testes t-Student para amostras pareadas e Correlação de Pearson considerando um nível de significância de 5% (p<0,05). Constatou-se que o grupo Haas apresentou, entre T1 e T4, uma recidiva média de 33,75% da distância inter-molar, uma recidiva média de 16,3% da distância entre as cristas alveolares na região molar e nenhuma recidiva na distância entre as bases dos processos alveolares na região molar. O grupo Hyrax mostrou , entre T1 e T4, uma recidiva média de 48,6% da distância inter-molar, uma recidiva média de 10,2% da distância entre as cristas alveolares e nenhuma recidiva nas distâncias entre as bases dos processos alveolares. Todas as variáveis apresentaram um comportamento simétrico durante a expansão inicial (T2) e durante o período de observação de 6 meses sem aparelho (T4).Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos considerando a taxa de recidiva.
The rapid maxillary expansion (RME) is a technique used to treat severe transverse maxillary deficiency and involves the separation of the midpalatal suture. However, there are few scientific studies available on the long term effects. The purpose of this study was to evaluate in cone-beam computed tomography the behavior of the teeth and bone during rapid maxillary expansion six months after the removal of the appliance and considering two types of expanders, the Haas-type and the hyrax-type. A sample of 17 subjects with transverse maxillary deficiency that had been treated at the Dentistry School of PUCRS were selected and distributed in two groups: the Haas group (n=12) and the Hyrax group (n=5). The evaluation was performed during 4 different moments: Pretreatment (T1), at the end of the active expansion phase (T2), 6 months after the expansion (T3) and 6 months after the removal of the appliance (T4).The Haas group showed, between T1 and T4, an average relapse rate of 33. 75% in the inter-molar distance, an average relapse rate of 16. 3% in the alveolar crests in the molar teeth region and no relapse in the base of the alveolar process in molar teeth region. The Hyrax group showed, between T1 and T4, an average relapse rate of 48. 6% in the inter-molar distance, an average relapse rate of 10. 2% in the alveolar crests in the molar teeth region and no relapse in the base of the alveolar process in molar teeth region. All the studied variables showed a symmetrical behavior during the initial expansion (T2) and during the 6 months observation period without any appliance (T4). There were no statistically significant differences between the groups considering the relapse rate.
URI: http://hdl.handle.net/10923/460
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