Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: https://hdl.handle.net/10923/5437
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dc.contributor.advisorGraeff-Teixeira, Carlosen_US
dc.contributor.authorMaurer, Rafael Lucyken_US
dc.date.accessioned2013-08-07T19:13:24Z-
dc.date.available2013-08-07T19:13:24Z-
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/5437-
dc.description.abstractA esquistossomose mansônica foi detectada no Rio Grande do Sul pela primeira vez em 1997, constituindo o foco mais meridional das Américas. A partir daquela data, vários trabalhos foram desenvolvidos para caracterizar epidemiologicamente este foco de transmissão de ultra baixa endemicidade e de recente introdução. O objetivo desse trabalho é caracterizar morfologicamente o parasito e analisar a estrutura populacional através de marcadores microssatélites, comparando com as cepas de laboratório LE e MAP. Dois isolados de campo chamados de “Esteio” e “JV” foram obtidos, respectivamente, a partir de fezes e moluscos naturalmente infectados e de um paciente. Os vermes adultos, obtidos de camundongos experimentalmente infectados, foram fixados, clarificados e corados para as mensurações com auxílio de um microscópio óptico. A análise molecular foi realizada com 4 marcadores microssatélites. Morfologicamente, o parasito, quando comparado com dados obtidos da bibliografia, não apresentou diferenças notáveis. As pequenas variações observadas podem ser atribuídas à plasticidade fenotípica das populações desse trematódeo. O uso de 4 marcadores microssatélites nos permitiu encontrar um número menor de alelos nos isolados de campo quando comparado com as cepas de laboratório. Há uma grande divergência genética encontrada (RST<0,253) quando comparados os isolados de campo e as cepas de laboratório.pt_BR
dc.description.abstractIntestinal schistosomiasis was detected in Rio Grande do Sul for the first time in 1997, becoming the southernmost focus in the Americas. Starting from that date, several investigations were undertaken for the epidemiological characterization of this transmission focus of very low endemicity and recent introduction. The objective is to describe the parasite morphology and to analyze the population structure using microsatellite markers, comparing field isolates with laboratory strains, LE and MAP. Two isolates called “Esteio” and “JV” were obtained respectively, from feces and mollusks naturally infected and from a single patient. The adult worms, obtained from the experimental infection of mice were fastened, clarified and stained for the measurements taken with an optical microscope. Molecular analysis was performed with 4 microsatellite markers. The morphological data of adult worms did not differ from those reported in the literature. The small variance in measurements can be attributed to phenotypic plasticity of the populations of that trematode. The use of 4 microsatellite markers allowed the detection of a smaller number of alleles in the field strains when compared to the findings with the laboratory strains. There is a great genetic divergence found (RST<0,253) when compared isolates and laboratory strains.en_US
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.subjectZOOLOGIApt_BR
dc.subjectTREMATÓDEOSpt_BR
dc.subjectESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICApt_BR
dc.subjectPARASITOLOGIApt_BR
dc.subjectMORFOLOGIApt_BR
dc.subjectPARASITOSpt_BR
dc.titleCaracterização morfológica e análise por microssatélites de DNA de isolados de campo do Schistosoma mansoni Sambon, 1907, obtidos em Esteio, Rio Grande do Sulpt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Biociênciaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Zoologiapt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2005pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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