Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/5618
Tipo: masterThesis
Título: “Vai ouvir a nossa voz”: reforma psiquiátrica, psicologia e política
Autor(es): Machado, Pâmela de Freitas
Orientador: Scarparo, Helena Beatriz Kochenborger
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Data de Publicação: 2012
Palavras-chave: PSICOLOGIA SOCIAL
REFORMA PSIQUIÁTRICA
POLÍTICAS PÚBLICAS
Resumo: A presente dissertação aborda as ressonâncias produzidas pelo processo da Reforma Psiquiátrica no que tange as concepções de política engendradas pelo (as) psicólogos (as) militantes deste movimento no Rio Grande do Sul. Para compreender os sentidos produzidos pelas trajetórias destes profissionais, realizou-se um estudo teórico e comparativo das bases epistemológicas e ontológicas propostas pela desinstitucionalização, bem como pelos paradigmas da psicologia social crítica e pelos estudos de Hannah Arendt. Os principais pressupostos desta filósofa foram fundamentais na discussão acerca da política na psicologia. Demonstrou-se a relevância deste aprofundamento teórico e prático neste campo de estudo, visto que os posicionamentos políticos fundamentam as práticas psicológicas. Além disto, verificou-se que emergem diversos questionamentos essenciais para se produzir transformações que estejam apoiadas em objetivos que preconizem o estabelecimento de direitos e o reconhecimento da diversidade humana. Ancorando-se neste diálogo interdisciplinar, construiu-se o segundo estudo que teve como mote a busca de pontos de contato e divergências nas narrativas dos (as) entrevistados (as). Esta análise suscitou dimensões temáticas que possibilitaram discutir as concepções de política e sugerir contribuições para a conceitualização de militância no campo da psicologia. A pesquisa histórica ao utilizar como fonte a produção de memórias, torna-se singular para a compreensão do passado no presente, desvelando silêncios e apagamentos produzidos pela oficialidade.
This dissertation handle the resonances produced by the process of Psychiatric Reform regarding conceptions of politics with the origin by the psychologists militant of this movement in Rio Grande do Sul. To understand the meanings produced by the trajectories of these professionals, we made a theoretical and comparative study of epistemological and ontological bases proposed by deinstitutionalisation, as well as the paradigm of critical social psychology and the study of Hannah Arendt. The main assumptions of this philosopher were crucial in the discussion about the political psychology. We demonstrated the relevance of this theoretical and practical study in this field, since the political positions based psychological practices. In addition, it was found that several essential questions arise to produce transformations that are supported on goals that stipulate the establishment of rights and recognition of human diversity. Lean on in this interdisciplinary dialogue, we built up the second study that had as topic the search for points of contact and divergence in the narratives of the respondents. This review produced thematic dimensions that enabled discuss the conceptions of politics and suggest contributions to the conceptualization of militancy in the psychology field. The historical research when use as a source the produce of memories, it becomes natural to understand the past in the present, revealing silences and erasures produced by officialdom.
URI: http://hdl.handle.net/10923/5618
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