Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/6752
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dc.contributor.advisorCataldo Neto, Alfredopt_BR
dc.contributor.authorMello, Elisa Fasolinpt_BR
dc.date.accessioned2014-08-12T02:02:33Z-
dc.date.available2014-08-12T02:02:33Z-
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/6752-
dc.description.abstractIn 1900, less than 1 % of the world population was older than 65 years, today rate exceeded 9. 2% and it is believed that in 2050 the elderly are one fifth of that population. The prevalence data for mental disorders in older people vary widely, but a conservative estimate is that 25 % have significant psychiatric symptoms. The number of elderly mentally ill is estimated at about 9 million in 2000. The expectation is that this number will increase to 20 million by mid- secular. The post-traumatic stress disorder is a psychiatric disease that has been increasing in recent years. This condition may worsen disability associated with physical diseases and cognitive disorders, increase health care costs and mortality. The aim of this study was to evaluate the prevalence of post traumatic stress disorder in a random sample of elderly served by the Family Health Program in Porto Alegre. The study is crosssectional with prospective data collection. The sample consisted of 576 elderly randomly selected 30 teams of the Family Health of the Municipality of Porto Alegre ( FHS / POA ) randomized stratified by District Management mode. For diagnoses, psychiatrists with experience in assessing elderly used the Brazilian version of the Mini International Neuropsychiatric Interview Plus 5. 0. 0 ( 5. 0. 0 MINI plus). Regarding the results : a total of 3. 4 % ( n = 20 ) of the sample showed the elderly post traumatic stress disorder, 0. 8 % ( n = 4 ) diagnosed after 41 years. Of this total, 2. 3 % ( n = ) had more than one period of PTSD since the beginning of the case, 0. 8 % ( n = 4 ) lasting up to 3 months, 4. 9% ( n = 26 ) from 3 to 6 months and 4. 9% ( n = 26 ) over 7 months duration. Among elderly patients with the disorder some significant associations may be highlighted : aged 60-69 years ( 4. 8%, P = 0. 046 ), separated marital status ( 7. 5 %, P = 0. 020 ) and the number of residents in home ( 5. 5 %, P = 0. 013 ). In this study we noticed a high mental distress in these individuals could be identified and evaluated predictors through the analyzes. The findings of this study are disturbing, being necessary to be replicated in other localities and samples.en_US
dc.description.abstractNo ano de 1900, menos de 1% da população mundial tinha mais de 65 anos de idade, hoje esta cifra supera 9,2% e acredita-se que em 2050 os idosos sejam um quinto desta população. Os dados de prevalência para transtornos mentais em pessoas idosas variam bastante, mas uma estimativa conservadora é de que 25% têm sintomas psiquiátricos significativos. O número de pessoas idosas mentalmente doentes foi estimado em cerca de 9 milhões no ano de 2000. A expectativa é de que esse número aumente para 20 milhões na metade deste século. O transtorno do estresse pós traumático é uma doença psiquiátrica que vem aumentando nos últimos anos. Esta patologia pode acentuar a incapacidade associada a doenças físicas e transtornos cognitivos, aumentar os custos com cuidados de saúde e mortalidade.O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência do Transtorno do Estresse pós traumático (TEPT) em uma amostra aleatória de idosos atendidos pela Estratégia Saúde da Família (ESF) de Porto Alegre. O estudo é do tipo transversal com coleta prospectiva. A amostra constituiu-se de 576 idosos randomicamente selecionados de 30 Equipes de Saúde da Família do Município de Porto Alegre (ESF/POA) sorteadas de modo estratificado por Gerência Distrital. Para os diagnósticos, psiquiatras com experiência na avaliação de idosos utilizaram a versão brasileira do Mini International Neuropsychiatric Interview 5. 0. 0 plus (M. I. N. I. 5. 0. 0 plus). Em relação aos resultados: um total de 3. 4% (n=20) dos idosos da amostra apresentaram o transtorno do estresse pós traumático, 2. 4%(n= 14) com diagnóstico após os 60 anos. Desse total, 2. 4% (n= 14) apresentaram mais de 1 período de TEPT desde o inicio do quadro, 1. 5%(n= 9) com duração de até 3 meses, 1. 4%(n= 8) de 3 a 6 meses e 0. 9%(n= 5) com mais de 7 meses de duração. Dentre os idosos que apresentaram o transtorno, algumas associações significativas podem ser destacadas: faixa etária de 60-69 anos (4,8%; p=0,046), estado civil separado (7,5%; p=0,020) e o número de moradores na casa (5,5%; p=0,013). Neste estudo notou-se uma significativa prevalência do transtorno no idoso e foi possível identificar fatores preditores através das análises realizadas. Os achados do presente trabalho são preocupantes, sendo necessário serem reproduzidos em outras localidades e amostras.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.rightsopenAccessen_US
dc.subjectMEDICINApt_BR
dc.subjectGERONTOLOGIApt_BR
dc.subjectTRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICOpt_BR
dc.subjectENVELHECIMENTOpt_BR
dc.subjectIDOSOSpt_BR
dc.titleTranstorno do estresse pós traumático em idosos: prevalência e padrões brasileiros nos cuidados primáriospt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInst. de Geriatria e Gerontologiapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédicapt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2014pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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