Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/7237
Tipo: masterThesis
Título: Concepções e perspectivas de agência epistêmica
Autor(es): Santin, Thiago Rafael
Orientador: Müller, Felipe de Matos
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Fecha de Publicación: 2015
Palabras clave: FILOSOFIA
EPISTEMOLOGIA
DEONTOLOGIA
Resumen: This thesis inquires about the term “epistemic agency”, exploring different conceptions and assessing perspectives about its use and meaning. It is divided in three chapters. In the first chapter, it brings considerations about the term “agency”, its origin and multiplicity of uses. It also exposes the term’s emergence on epistemology, and a brief historical characterization. Additionally, it sets epistemic deontologism on the ethics of belief discussion, constructing the emergence of doxastic epistemic agency, and it shows the problem of doxastic involuntarism and some responses to the problem. At the end, presents our proposal, with a skeptical conclusion. In the second chapter, it examines reflective agency, as well as presents virtue epistemology and performance metaphysics. It also defines epistemic agency throughout reflective performances and shows three critics and a proposal considering the critics, again concluding skeptically. In the third chapter, leaves normativity behind and approaches ameliorative epistemology. It makes an argumentative reconstruction of empirical research considerations diagnosing human actual cognitive capacities, and inquires possibilities of improving their systematic failures or cognitive biases. It concludes skeptically about the possibility of improvement relying on individuals and indicates the possibility of collective restrictions on individuals called epistemic paternalism. In addition, it presents social epistemology and epistemic paternalism, and finally, concludes indicating skepticism about individual epistemic agency, on one side, and the possibility of collective epistemic agency, on the other.
Esta dissertação trata do termo “agência epistêmica”, explorando diferentes concepções e avaliando perspectivas sobre seu uso e sentido, e divide-se em três capítulos. No primeiro capítulo, ela traz considerações acerca do termo “agência”, sua origem e multiplicidade de usos, bem como expõe seu surgimento na epistemologia e uma breve caracterização histórica. Para além, ela contextualiza o deontologismo epistêmico na discussão da ética da crença, caracterizando o surgimento da agência epistêmica doxástica e apresenta o problema do involuntarismo doxástico e respostas a ele. Ao final do capítulo, ela apresenta nossa avaliação dessa proposta, concluindo-se ceticamente. No segundo capítulo, ela traz nosso exame da proposta de agência epistêmica reflexiva, bem como apresenta a epistemologia da virtude e a metafísica de desempenhos. Ainda, ela abrange a definição de agência epistêmica através de desempenhos reflexivos e traz três críticas e uma avaliação da proposta que as segue, também conluindo ceticamente. No terceiro capítulo, ela abandona a normatividade e aborda a epistemologia melhorativa. Assim, faz uma reconstrução argumentativa de considerações de estudos empíricos, diagnosticando as capacidades cognitivas humanas atuais, e examina possibilidades de melhorar suas falhas sistemáticas, ou vieses cognitivos. Ela conclui ceticamente sobre a possibilidade de aprimoramento a partir dos próprios indivíduos e indica a possibilidade de restrições coletivas aos indivíduos, chamada de paternalismo epistêmico. Por fim, apresenta brevemente a epistemologia social e o paternalismo epistêmico, e conclui indicando ceticismo quanto à agência epistêmica individual, por um lado, e a possibilidade de agência epistêmica coletiva, por outro.
URI: http://hdl.handle.net/10923/7237
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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