Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/7767
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dc.contributor.advisorStein, Ernildo Jacob
dc.contributor.authorOliveira, Carine de
dc.date.accessioned2016-01-07T01:03:28Z-
dc.date.available2016-01-07T01:03:28Z-
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/7767-
dc.description.abstractIn this research we argue that Being and Time by Martin Heidegger involves a constitutional basis of meaning understood as an antepredicative structural horizon of intelligibility. Formed by interlacing of significance die that qualifies the world with the existential structures characteristics of being-in, both compositional instances of the construct being-in-the-world, Heidegger identifies this antepredicative layer as a grounding basis to knowledge from which he sustains his entire theoretical derivation scheme. It comes to think, therefore, the horizon of being-in-the-world as a root of a significance die and intelligibility with which we face when also need to finding a grounding for knowledge, for science. From this we can infer that an epistemology which they choose not impartial in their problematizations, should begin its work already in antepredicative plan of being-in-the-world, because if we ratified Heidegger's philosophical position this horizon represent the primary stronghold of scientific experiments, of the possibility of structuring of the various theories. Karl-Otto Apel, in its confrontation with the Heidegger’s philosophy confirms and takes into account this potential possibility, built an epistemological discussion that has its starting point on the horizon even being-in-the-world. However, the philosopher goes on to present a set of critical objections through which intends to overcome certain reflexive insufficiencies present in the heideggerian approaches. The detachment of a total adhesion to the hermeneutic phenomenology is thus marked by the requirement for the normative instance to provide a justification of the validity of knowledge in a sense which includes not only validation of the theoretical and conceptual thought, of the objective knowledge, but also the meaning and understanding uncovered in antepredicative everyday experience. In search of mechanisms to establish a complementarity between the problem of meaning and validity, Apel will perform thus through transcendental a priori of language, a kind of epistemological welding of such normative instance to the horizon of being-in-the-world.en_US
dc.description.abstractNesta investigação, defendemos que Ser e Tempo, de Martin Heidegger, comporta uma base constitucional do sentido compreendida como um horizonte estrutural antepredicativo de inteligibilidade. Formada do entrelaçamento da matriz de significatividade que qualifica o mundo com as estruturas existenciais características do ser-em, ambas instâncias compositivas do constructo ser-no-mundo, Heidegger identifica essa camada antepredicativa como uma base de fundamentação para o conhecimento a partir da qual ele sustenta todo seu esquema de derivação teórica. Trata-se de pensar, portanto, o horizonte do ser-no-mundo como a raiz de uma matriz de significatividade e inteligibilidade com a qual nos deparamos também quando necessitamos encontrar uma fundamentação para o conhecimento, para as ciências. A partir disso, podemos inferir que uma epistemologia, que não se queira imparcial em suas problematizações, deveria começar seus trabalhos já no plano antepredicativo do ser-no-mundo, pois, se ratificamos a posição filosófica heideggeriana, esse horizonte representa o reduto primário das experiências científicas, da possibilidade de estruturação das diversas teorias. Karl-Otto Apel, em seu enfrentamento com a filosofia de Heidegger, confirma e leva em consideração essa possibilidade em potencial, edificando uma discussão de cunho epistemológico que tem seu ponto de partida no horizonte mesmo do ser-no-mundo. No entanto, o filósofo vai além ao apresentar um conjunto de objeções críticas através das quais pretende superar determinadas insuficiências reflexivas presentes nas abordagens heideggerianas.O distanciamento de uma total adesão à fenomenologia hermenêutica é marcado, assim, pela exigência de uma instância normativa que proporcione uma justificação da validade do conhecimento em uma acepção que inclui a validação não só do pensamento teórico-conceitual, do conhecimento objetivo, mas igualmente do sentido e compreensão desvelados na experiência cotidiana antepredicativa. Em busca dos mecanismos para estabelecer uma complementariedade entre a problemática do sentido e da validade, Apel realizará, então, através do a priori transcendental da linguagem, uma espécie de soldagem epistemológica de tal instância normativa ao horizonte do ser-no-mundo.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.rightsopenAccessen_US
dc.subjectFILOSOFIA ALEMÃpt_BR
dc.subjectHEIDEGGER, MARTIN - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃOpt_BR
dc.subjectLINGUAGEMpt_BR
dc.subjectHERMENÊUTICApt_BR
dc.titleA base constitucional do sentido e o esquema de derivação teórica em Sein und Zeit de Martin Heidegger: possibilidades de um debate epistemológico a partir do horizonte do ser-no-mundopt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2015pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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