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dc.contributor.advisorSilveira, Helder Gordim da-
dc.contributor.authorDalenogare Neto, Waldemar-
dc.date.accessioned2016-04-08T03:07:00Z-
dc.date.available2016-04-08T03:07:00Z-
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/7996-
dc.description.abstractEsta dissertação busca analisar como a política externa dos direitos humanos, liderada pelo presidente Jimmy Carter, interferiu na ditadura chilena de Augusto Pinochet. Para tanto, proponho discutir as medidas tomadas pelo democrata americano e sua equipe de diplomatas a partir da análise da documentação liberada pelos Estados Unidos através do Chile Declassification Project, coleção pouco explorada pela historiografia latino-americana. Ao analisar o período de 1977 até 1981, pode-se notar um claro redirecionamento da política externa dos Estados Unidos, que deixa de contemplar apenas o anticomunismo para dar espaço as questões referentes aos direitos humanos. Diferentemente da Argentina e do Uruguai, Carter deu um voto de confiança à Augusto Pinochet após conseguir garantir o fechamento da polícia de repressão (DINA) e ouvir do ditador uma proposta para retorno pacífico à democracia. No entanto, na metade final do mandato do presidente americano, novos indícios de terrorismo de Estado orquestrados pela ditadura chilena foram descobertos e Carter optou pela aplicação de sanções econômicas ao governo chileno. Busca-se entender se estas duas diferentes etapas das relações Chile-Estados Unidos surtiram algum efeito na diminuição da violência por parte da ditadura chilena.pt_BR
dc.description.abstractThis dissertation aims to analyze how the human rights foreign policy of President Jimmy Carter intervened in the Chilean dictatorship under Augusto Pinochet. Therefore, I propose to discuss the measures taken by the Democrat and his team of diplomats based on the analysis of the documentation released by the United States through the Chile Declassification Project, a collection poorly explored by the Latin American historiography. In examining the period from 1977 to 1981, there is a clear reorientation of American foreign policy, which leaves anticommunism to contemplate human rights. Unlike Argentina and Uruguay, Carter gave a vote of confidence to Augusto Pinochet after the closure of the Chilean secret police (DINA) and after heard the dictator’s proposal for a peaceful return to democracy. However, in the final half of the U. S President tenure, new acts of state sponsored terrorism orchestrated by the Chilean dictatorship were discovered and Carter opted for application of harsh economic sanctions for the Chilean government. We seek to understand whether these two different stages of the Chile-US relations have had some effect on the Chilean dictatorship.en_US
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.rightsopenAccessen_US
dc.subjectDIPLOMACIApt_BR
dc.subjectDIREITOS HUMANOSpt_BR
dc.subjectPOLÍTICA EXTERIORpt_BR
dc.subjectESTADOS UNIDOS - RELAÇÕES EXTERIORESpt_BR
dc.subjectCHILE - RELAÇÕES EXTERIORESpt_BR
dc.subjectHISTÓRIApt_BR
dc.title"Human rights is the soul of our foreign policy": Jimmy Carter e a diplomacia estadunidense para o Chilept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2016pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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