Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/820
Tipo: article
Título: Current strategies for the management of oral mucositis induced by radiotherapy or chemotherapy
Outros Títulos: Estratégias atuais para o controle da mucosite bucal induzida por radioterapia ou quimioterapia
Autor(es): Trucci, Victoria M
Veeck, Elaine Bauer
Morosolli, Aline Rose Cantarelli
Editora: EDIPUCRS
Data de Publicação: 2009
Volume: 24
Número: 3
Página Inicial: 309
Página Final: 314
Palavras-chave: MUCOSITIS
CHEMOTHERAPY
CANCER
Resumo: Oral mucositis is a clinically relevant complication during the treatment of cancer patients. It is frequently seen in subjects receiving high doses of radiation therapy in the head-neck region, chemotherapy or a combination of these treatment modalities. Due to its complex pathophysiology, this type of inflammation can also affect the gastrointestinal tract, which has attracted the attention of medical professionals. The oncologic treatment does not distinguish the malignant cells from the normal epithelial cells of the mucosa because of their high-proliferative capacity. Thus, the mucosa becomes atrophic and more susceptible to trauma, allowing the development of inflammation and installation of secondary infections, which aggravates the patient clinical conditions and reduces the quality of life. The clinical management of mucositis includes preventive and palliative strategies. The preventive measures are the education and monitoring of patients in relation to their oral hygiene. The palliative measures should be adopted as early as the mucosa lesions occur and involve the use of oral solutions, topical anesthetics, analgesics and anti-inflammatory agents, lasertherapy, cryotherapy, and other clinical alternatives to control mucositis and provide comfort to the patient.
A mucosite bucal é uma importante complicação do tratamento de pacientes oncológicos e, frequentemente, acomete uma parcela dos pacientes submetidos a altas doses de radiação na região de cabeça e pescoço e/ou quimioterapia ou à combinação de ambas. Em função de sua complexa fisiopatologia, esse tipo de inflamação também pode afetar a mucosa gastrintestinal e vem recebendo grande atenção por parte de cirurgiões-dentistas e médicos. Sabe-se que o tratamento oncológico, além de agir sobre as células malignas, também tem ação sobre as células epiteliais da mucosa, em razão de sua alta capacidade proliferativa. Dessa forma, a mucosa torna-se atrófica e suscetível a traumas, possibilitando o desenvolvimento da inflamação e a instalação de infecções secundárias, agravando o quadro clínico do paciente e reduzindo sua qualidade de vida. Há uma preocupação no controle da mucosite por meio de medidas preventivas para impedir seu desenvolvimento e de medidas paliativas, quando esta estiver instalada. Dentre as medidas preventivas estão a educação e o monitoramento do paciente visando o cuidado com a higiene bucal, enquanto as medidas paliativas envolvem o uso de soluções enxaguatórias, anestésicos tópicos, antiinflamatórios e analgésicos, laserterapia, crioterapia e outras alternativas. Essas medidas constituem estratégias que visam controlar a mucosite e propiciar melhor qualidade de vida ao paciente.
URI: http://hdl.handle.net/10923/820
ISSN: 0102-9460
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