Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/8434
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dc.contributor.advisorPereira, Marcos Villela
dc.contributor.authorWeiberg, Caroline
dc.date.accessioned2016-06-07T12:04:44Z-
dc.date.available2016-06-07T12:04:44Z-
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/8434-
dc.description.abstractThis dissertation has the objective of finding relations between experiences with contemporary art and openings to alterity. For that, it explores the aspects of the interpretative openness of contemporary art, connected to its lack of canons and to the loosening of rules, as it ties the experience with contemporary art to possible openings to the other. Brings, as an element to help think the articulations between experiences with contemporary art and openings to alterity, references to previous professional experiences and specifically to the empirical field of this research, accomplished with students of a second year of elementary school, of the public network of the Porto Alegre municipality, in the year 2015. With this class, during a period of four months, was worked the language of drawing, with greater focus to a kind of drawing that furthers itself from the drawing understood as standard in the school culture: the representative drawing, faithful to the model and, because of it, pretty. We analyzed, above all, the experimentations with drawings, activities that associate the drawing to the trace, to the course, giving it status of process and not final work. Explore other ways of drawing, proposing other possibilities of comprehending the drawing and, consequently, other possibilities of understanding itself and the world, was the way found to, who knows, provide openings to alterity. Takes as theoretical horizon the hermeneutics philosophy of Hans-Georg Gadamer, which does not applies as method, but as a theory of the understanding that explores the reflexive dynamic between the strange and the familiar, shifting the interpretative horizons of the subjects as it produces experiences. Goes along the path of understanding the art class as a laboratory of negotiation, providing situations that make possible for the subjects to operate from a work of art (or work made in class) and produce meaning over it. As the meaning of things are not given, but attributed in distinctive ways by each subject, the negotiated attitude comes to amplify the possibilities of connection between subjects and artworks. The negotiation is comprehended as encounters between artwork(s) and subject(s) which lead the subjects to review their positions, provoking a new thinking about what was taken as given, establishing new possibilities to what could already be fixed.en_US
dc.description.abstractEsta dissertação tem como objetivo buscar relações entre experiências com arte contemporânea e aberturas à alteridade. Para isso, explora os aspectos de abertura interpretativa da arte contemporânea, ligados à sua falta de cânones e ao afrouxamento de regras, assim como vincula a experiência com arte contemporânea à possíveis aberturas ao outro. Traz, como elemento para ajudar a pensar as articulações entre experiências com arte contemporânea e aberturas à alteridade, referências à experiências profissionais anteriores e especificamente ao campo empírico desta pesquisa, realizado com alunos de um segundo ano do ensino fundamental de uma escola da rede pública municipal de Porto Alegre no ano de 2015. Com esta turma, durante um período de quatro meses, foi trabalhada a linguagem do desenho, com maior enfoque a um tipo de desenho que se afasta do desenho entendido como padrão na cultura escolar: o desenho representativo, fiel ao modelo e, por isso mesmo, bonito. Analisamos, sobretudo, as experimentações com desenhos, atividades que associam o desenho ao rastro, ao percurso, dando a ele status de processo e não de trabalho final. Explorar outras maneiras de desenhar, propondo outras possibilidades de compreender o desenho e, por consequência, outras possibilidades de compreender a si e ao mundo, foi a maneira encontrada para, quem sabe, proporcionar aberturas à alteridade. Toma-se como horizonte teórico a hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer, que não se aplica enquanto método, mas como teoria da compreensão que explora a dinâmica reflexiva entre o estranho e o familiar, deslocando os horizontes interpretativos dos sujeitos ao passo que produz experiências. Vai no caminho de entendimento da aula de arte como sendo um laboratório de negociação, propiciando situações que possibilitem que os sujeitos operem a partir de uma obra de arte (ou trabalho realizado em aula) e produzam sentido sobre ela. Como os sentidos das coisas não são dados, e sim atribuídos de maneiras distintas por cada sujeito, a atitude negociadora surge para ampliar as possibilidades de relação entre sujeitos e obras. A negociação é entendida como encontros entre obra(s) e sujeito(s) que levem os sujeitos a reverem seus posicionamentos, provocando um novo pensar sobre o que era tido como dado, estabelecendo nossas possibilidades para o que poderia já estar fixado.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.rightsopenAccessen_US
dc.subjectDESENHOpt_BR
dc.subjectARTE CONTEMPORÂNEApt_BR
dc.subjectARTE - ENSINOpt_BR
dc.subjectEDUCAÇÃOpt_BR
dc.titleO que pode a arte?: relações entre experiência e aberturas à alteridadept_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2016pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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