Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/1311
Type: doctoralThesis
Title: Efeitos da capsaicina em células estreladas hepáticas
Author(s): Bitencourt, Shanna
Advisor: Oliveira, Jarbas Rodrigues de
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular
Issue Date: 2012
Keywords: BIOLOGIA CELULAR
FIBROSE
INFLAMAÇÃO
Abstract: Liver fibrosis is the wound healing response to repeated injury of the liver. It is characterized by disruption of the liver architecture associated with increased expression of extracellular matrix components. Hepatic stellate cells (HSCs) play a key role in the process of fibrogenesis. In normal liver, HSCs are quiescent and its main function is to store vitamin A. During liver injury, these cells undergo activation, become myofibroblasts and acquire fibrogenic properties. Capsaicin, the active ingredient of red pepper has been extensively studied in recent years for possessing a wide range of pharmacological properties, including analgesic, anti-inflammatory, antiproliferative and anticarcinogenic in a variety of cell types. Therefore, the aim of this study was to investigate the in vitro effects of capsaicin on deactivation, differentiation and proliferation of HSCs, besides studying the possible mechanisms involved. The results showed that capsaicin is capable of inducing the quiescent phenotype in HSCs via PPARγ activation and blockage of TGF-β signaling. Increased levels of antifibrotic cytokines (IFN-γ and IL-10) and the reduction of pro-inflammatory and pro-fibrotic mediators (COX-2, MCP-1, type I collagen) showed that capsaicin inhibits the activation and migration of these cells. Furthermore, the mechanism used by capsaicin to inhibit cell proliferation is via cell cycle arrest. These findings demonstrate that capsaicin has the potential to be a novel therapeutic agent in the treatment of liver fibrosis due to its antifibrogenic and antiproliferative actions.
A fibrose hepática é a resposta cicatricial do fígado a lesões repetidas, caracterizada pelo rompimento da arquitetura hepática associada ao aumento da expressão dos componentes da matriz extracelular. As células estreladas hepáticas (HSCs) desempenham um papel-chave no processo de fibrogênese. No fígado normal, as HSCs encontram-se em sua forma quiescente de depósito de vitamina A. Durante a lesão hepática, essas células passam por uma ativação fenotípica, tornam-se miofibroblastos e adquirem propriedades fibrogênicas. A capsaicina, princípio ativo da pimenta vermelha, tem sido muito estudada nos últimos anos por possuir uma extensa gama de propriedades farmacológicas, que incluem efeitos analgésicos, anti-inflamatórios, antiproliferativos e anticarcinogênicos em uma variedade de tipos celulares. Por essa razão, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos in vitro da capsaicina na inativação, diferenciação e proliferação das HSCs, além de estudar os possíveis mecanismos envolvidos. Os resultados obtidos mostraram que a capsaicina é capaz de induzir o fenótipo quiescente nas HSCs via ativação de PPARγ e bloqueio da sinalização de TGF-β. O aumento nos níveis de citocinas antifibróticas (IFN-γ e IL-10) e a diminuição de mediadores próinflamatórios e pró-fibróticos (COX-2, MCP-1, colágeno tipo I) comprovaram que a capsaicina inibe a ativação e migração dessas células. Além disso, o mecanismo utilizado pela capsaicina para inibir a proliferação celular é via parada do ciclo celular. Essas descobertas mostram que a capsaicina tem potencial para ser um novo agente terapêutico no tratamento da fibrose hepática devido a suas ações antifibrogênicas e antiproliferativas.
URI: http://hdl.handle.net/10923/1311
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