Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/1389
Tipo: masterThesis
Título: Avaliação da frutose-1,6-bisfosfato sobre o estado de ativação em linhagem celular GRX
Autor(es): Mesquita, Fernanda Cristina de
Orientador: Oliveira, Jarbas Rodrigues de
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular
Data de Publicação: 2013
Palavras-chave: BIOLOGIA CELULAR
BIOLOGIA MOLECULAR
FIBROSE CÍSTICA
HEPATÓCITO
FRUTOSE-BISFOSFATASE
Resumo: Liver fibrosis is the wound healing response to repeated injury of the liver. It is characterized by disruption of the liver architecture associated with increased expression of extracellular matrix components. Hepatic stellate cells (HSC) play a key role in liver fibrogenesis. In normal liver, HSC are quiescent and its main function is to store vitamin A. During liver injury, these cells undergo activation, become myofibroblasts and acquire fibrogenic properties. Activation of PPARγ (peroxisome proliferator-activated receptor gamma) and inhibition of fibrogenic molecules are potential strategies to block HSC activation and differentiation. Aware that the process of hepatic fibrosis involves inflammatory mediators, various anti-inflammatory substances have been studied in an attempt to revert fibrosis. The purpose of this study was to investigate the in vitro effects of fructose-1,6-bisphospahte (FBP) on HSC phenotype. The results demonstrated that FBP induced quiescent phenotype in HSC via PPARγ activation. Significant decrease in type I collagen mRNA expression was observed in the first 24h of treatment. These events preceded the reduction of TGF-β1 (transforming growth factor-beta) and total collagen secretion. Thus, FBP promoted downregulation of HSC activation by its antifibrotic and anti-inflammatory actions. These findings demonstrate that FBP may have potential as a novel therapeutic agent for the treatment of liver fibrosis.
A fibrose hepática é a resposta cicatricial do fígado a lesões continuadas, caracterizada pelo rompimento da arquitetura hepática associada ao aumento da expressão dos componentes da matriz extracelular. As células estreladas hepáticas (HSC) desempenham um papel fundamental no processo de fibrogênese. No fígado normal, as HSC encontram-se em sua forma quiescente de depósito de vitamina A. Durante a lesão hepática, essas células passam por uma ativação fenotípica, tornam-se miofibroblastos e adquirem propriedades fibrogênicas. O processo de fibrose hepática envolve vários mediadores inflamatórios e, portanto, substâncias anti-inflamatórias tem sido empregadas na tentativa de reverter a fibrose e bloquear a ativação e diferenciação das HSC. A ativação de PPARγ (receptor ativado por proliferador de peroxissomo Gama) e a inibição de moléculas fibrogênicas são possíveis estratégias para estes fins.O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos in vitro da frutose-1,6-bisfosfato (FBP) sobre o fenótipo das HSC. Os resultados demonstraram que a FBP é capaz de induzir o fenótipo quiescente das HSC via ativação de PPARγ. Foi observado nas primeiras 24h de tratamento uma diminuição significativa da expressão de mRNA de colágeno tipo I. Posteriormente, houve uma redução do colágeno total e de TGF-β1 (fator de transformação do crescimento beta). Assim, a FBP diminui o estado de ativação das HSC por suas ações antifibróticas e anti-inflamatórias. Estas descobertas demonstram que a FBP pode ser um potencial novo agente terapêutico para o tratamento de fibrose hepática.
URI: http://hdl.handle.net/10923/1389
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