Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/3469
Type: masterThesis
Title: Dar la mano sobre algunos trazos y trances del poema en el pensamiento de la alteridad: Levinas, Celan y Derrida
Author(s): Cabrera, Honatan Fajardo
Advisor: Souza, Ricardo Timm de
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Issue Date: 2013
Keywords: FILOSOFIA
PENSAMENTO
LEVINAS, EMMANUEL - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
CELAN, PAULO - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
DERRIDA, JACQUES - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
Abstract: Segundo Paul Celan o poema está de caminho quiçá ao outro totalmente outro, experiência impossível na exposição à alteridade que imanta as leituras de Emmanuel Levinas no Paul Celan De l’être à l’autre (1972) e de Jacques Derrida no Schibboleth pour Paul celan (1986) e Béliers le dialogue ininterrompu: entre deuxinfinis, le poème (2003). Sem esquecer as rupturas, a distancia, a paixão de verdade inseparável do segredo sem segredo, o cortante quiasma que solicita portar sem repouso ao outro, ao mesmo tempo em que se deixar portar pelo outro, à beira do fim e do outro lado do mundo, na interminável mudança de alento ditada, hipérboliçada, virada, contra-assinada na antecedência de qualquer outro totalmente outro, a peregrinagem do poema, irredutível à auto-suficiência soberbia do belo, à autotelia, aventura na inapreensível errancia meridional das cinzas à abertura irremediável do pensamento ao que vem, na memória do que in-finitamente nutre o por vir aqui e agora.
Según Paul Celan el poema está de camino quizás al otro totalmente otro, experiencia imposible en la exposición a las alteridades que imanta las lecturas de Emmanuel Levinas en Paul Celan De l’être à l’autre(1972) y de Jacques Derrida en Schibboleth pour Paul Celan (1986) y Béliers le dialogue ininterrompu: entre deux infinis, le poème (2003). Sin ignorar las rupturas, la distancia, la pasión de verdad indesligable del secreto sin secreto, el cortante quiasma que solicita portar sin reposo, a la vez que dejarse portar por el otro, a la vera del fin y del otro lado del mundo, en el interminable giro de aliento dictado, hiperbolizado, virado, contrafirmado en la antecedencia de cualquier otro totalmente otro, el peregrinaje del poema, irreductible a la autosuficiencia soberbia de lo bello, a la autotelia, aventura en la inaprensible errancia meridional de las cenizas a la abertura irremediable del pensamiento a lo que arriba, en memoria de lo que in-finitamente nutre el por venir aquí y ahora. spa
URI: http://hdl.handle.net/10923/3469
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