Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/3487
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dc.contributor.advisorStein, Ernildo Jacoben_US
dc.contributor.authorCosta, Joice Beatriz daen_US
dc.date.accessioned2013-08-07T18:55:54Z-
dc.date.available2013-08-07T18:55:54Z-
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/3487-
dc.description.abstracten_US
dc.description.abstractEsta tese tem por objetivo a reflexão e a explicitação sobre o modo como lidamos com os enunciados no mundo empírico, a partir da proposta não-objetificante expressa na concepção da filosofia analítica da linguagem, de Ernst Tugendhat. No primeiro capítulo, procuramos demonstrar o lugar no qual se situa a questão da linguagem na filosofia contemporânea e, explicitar como ela pode ser tomada neste paradigma, não apenas como instrumento das análises filosóficas, mas como posição filosófica. Este capítulo procura colocar as questões que envolvem a linguagem na perspectiva filosófica. No segundo capítulo, nossa preocupação foi a de explicitar os conceitos com os quais a linguagem enquanto posição filosófica lida e seus pressupostos teóricos. Estes conceitos são o sentido, o significado, a referência, o mundo e, também, a concepção da formação de conceitos, de John McDowell, como modo de contraste com a concepção da semântica formal de Ernst Tugendhat. No terceiro capítulo, analisamos a filosofia analítica da linguagem de Tugendhat que, em primeiro lugar, pretende encontrar o próprio conceito de filosofia com o qual opera, conjuntamente com os demais conceitos filosóficos e, em segundo lugar, colocar a partir deste conceito a sua questão fundamental: “o que significa compreender uma sentença?”. Para isto ele analisa a questão do método da filosofia, questão esta que deve ser trazida a partir do a priori analítico diferente da tradição kantiana clássica, pois para ele o a priori pressupõe a estrutura da compreensão. Isto significa que sua retomada da questão do a priori não tem como objetivo o de definir ou justificar a filosofia, mas o de analisar aquilo que se apresenta como óbvio para nós: os conceitos fundamentais com os quais operamos como o conceito de tempo. Assim, a filosofia analítica da linguagem trabalha com dois aspectos fundamentais: “1) a filosofia sempre se ocupou com a clarificação de conceitos; 2) a filosofia sempre se ocupou com o “todo”, com a totalidade da nossa compreensão”. Uma leitura crítica de síntese entre a semântica formal e a ontologia fundamental, como formas desobjetificadoras da metafísica, a partir da interpretação de Ernildo Stein, encerra o terceiro capítulo. No quarto capítulo, demonstramos a análise da linguagem de Tugendhat, enquanto teoria filosófica. Ela se apresenta como condição de possibilidade dos enunciados, ligada ao todo do nosso compreender. Analisamos, também, o todo do nosso compreender, o a priori da filosofia analítica, e o paradigma do compreender e com sua dupla estrutura – segundo propõe Ernildo Stein.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.subjectFILOSOFIApt_BR
dc.subjectSEMÂNTICApt_BR
dc.subjectONTOLOGIApt_BR
dc.subjectHEIDEGGER, MARTIN - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃOpt_BR
dc.subjectSTEIN, ERNILDO - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃOpt_BR
dc.subjectFILOSOFIA DA LINGUAGEMpt_BR
dc.subjectLINGUAGEMpt_BR
dc.titleAnálise da linguagem: a condição de possibilidade dos enunciados filosóficospt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.degree.levelDoutoradopt_BR
dc.degree.date2011pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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