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dc.contributor.advisorWeber, Thadeuen_US
dc.contributor.authorMüller, Rudineien_US
dc.date.accessioned2013-08-07T18:56:01Z-
dc.date.available2013-08-07T18:56:01Z-
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/3511-
dc.description.abstractA crítica de Hegel ao formalismo da moral kantiana é um tema que pode ser abordado de diferentes modos. Esta tese demonstra que tanto na filosofia de Kant, quanto na de Hegel, os argumentos decisivos em relação ao formalismo (Kant) e a sua necessária superação (Hegel) estão desenvolvidos na filosofia especulativa. A superioridade crítica de Hegel em relação à Kant consiste na sua radicalidade. Demonstra-se como para Hegel o próprio finito, o fenômeno, já é um não não-finito, revelando a sua contradição interna, que ao ser exposta, revela a substancialidade, o verdadeiro infinito, no qual os dois momentos contrapostos, finito e infinito, são verdadeiros. O ser determinado já contém em sua destinação um dever-ser, superando a kantiana separação, exclusão e oposição entre ser e dever-ser. O critério supremo da moral kantiana, o imperativo categórico, é, segundo Hegel, vazio, formal, analítico e tautológico. Pois, um critério moral totalmente formal somente pode afirmar em relação à máxima, o que ela sempre já sabe. Ele é incapaz de acrescentar uma nova informação de forma sintética. O que a fórmula diz da máxima, já está na máxima, logo não diz nada de novo. Dessa forma, o roubo não é possível de ser justificado, mesmo por que a palavra “roubo” já está determinada pelo seu contexto, onde pegar o que é dos outros é roubar. No entanto, em Hegel, devido à superioridade da razão em relação ao entendimento, mesmo que o roubo continue sendo roubo, é possível que sob determinadas circunstâncias ele seja justificado racionalmente, sem eliminar a regra e nem cair na arbitrariedade. A compreensão da diferença entre princípios e regras possibilita, a partir de Hegel, mas somente sob determinadas circunstâncias, justificar eticamente a exceção à regra.pt_BR
dc.description.abstractHegel‟s criticism of the formalism of Kantian morality is an issue which may be approached from different angles. The present thesis aims at demonstrating that, in Kant‟s as well as in Hegel's philosophy, the paramount arguments in regards to formalism (Kant) and the necessity of overcoming it (Hegel) are elaborated on in the speculative philosophy. Hegel‟s critical superiority in relation to Kant consists of its radicalism. It is demonstrated how Hegel claims that the very finite, the phenomenon, is already a sort of non non-finite, revealing its internal contradiction which, when exposed, reveals the substantiality, the true infinite in which both opposite moments, finite and infinite, are true. The determined being already contains in its own destination a must-be, overcoming the Kantian separation, exclusion and opposition between being and must-be. The supreme criterion of Kantian morality, the categorical imperative, is, according to Hegel, empty, formal, analytical and tautological. Thus, an absolutely formal moral criterion may state, in regards to the axiom, what has always been stated. It is incapable of adding any new information to the synthetic form. Whatever the formula says about the axiom is already contained in the axiom; therefore, it does not state anything new. Hence, theft cannot be justified, because the word “theft” is already determined by its very context, in which taking hold of someone else‟s possession is theft. For Hegel, however, due to the superiority of reason over understanding, even if theft is still theft, it is possible, under certain circumstances, to rationally justify it without eliminating the rule or incurring in arbitrariness. It is the understanding of the difference between the principles and the rules which allows, with Hegel, but only under certain circumstances, to ethically justify the exception.en_US
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.subjectFILOSOFIApt_BR
dc.subjectFILOSOFIA ALEMÃpt_BR
dc.subjectRAZÃO (FILOSOFIA)pt_BR
dc.subjectDIALÉTICApt_BR
dc.subjectKANT, IMMANUEL - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃOpt_BR
dc.subjectHEGEL, GEORG WILHELM FRIEDRICH - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃOpt_BR
dc.titleA crítica de Hegel ao formalismo moral Kantianopt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.degree.levelDoutoradopt_BR
dc.degree.date2011pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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