Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/3515
Type: masterThesis
Title: Natureza, arte, razão: um ensaio sobre a pedagogia estética na obra de F. Schiller
Author(s): Besen, João Carlos
Advisor: Souza, Ricardo Timm de
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Issue Date: 2008
Keywords: FILOSOFIA
ESTÉTICA (FILOSOFIA)
SCHILLER, FRIEDRICH - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
EDUCAÇÃO ESTÉTICA
Abstract: Neste trabalho abordamos, na obra de F. Schiller, a reflexão estética da arte e do belo. Saber e conhecer, sentimento e princípios, matéria e forma, sentir e pensar, são constituintes do homem em igualdade e medida, segundo Schiller, e constituem aqui o foco principal de nosso interesse. A arte e o belo relacionam-se intimamente no homem físico e moral. O impulso sensível e formal equilibram-se em unidade no impulso da beleza, lúdico e arte. A beleza por si só seria suficiente para tirá-lo do estado natural e do estado passivo, ao que o belo leva-o a fruição e ao jogo. Afiança Schiller que, nele, o jogo suporta o fundamento da sua reflexão filosófica. No impulso estético, os impulsos vitais implicam-se e fundam-se a um só tempo no ânimo e no pensamento, na forma livre das coações externas. Não obstante a vontade, querer e fazer implicam-se na reciprocidade estética, na conquista da autonomia e da liberdade do fazer-se humano e suas lides.
The main objective of this study is the present F. Schiller's book, related to an aesthetic reflection of art and beauty. Understanding and knowing, feelings and principles, substance and shape, feeling and thinking are elements that are part of man in equality and measure, according to Schiller, and those issues are the focus of this research. Art an beauty are strictly related to the physical and moral man. Sensible and formal impulses are balanced in a unit of beauty, leisure and art impulse. Beauty, in itself, is enough to take it out of its natural and passive state, and beautiful leads to the fruition and also to a game. Schiller highlights that, inside it, the game can be compatible to the basis of the philosophical reflection. In the aesthetic impulse, vital impulses are implicated to each other and are based, at once, on the animus and on free shape of external forces. Even though there is will, wishing and making implicated themselves in a aesthetic reciprocity, in the achievement of the man's autonomy and freedom to make himself a human being and also to make his fights.
URI: http://hdl.handle.net/10923/3515
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