Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/3691
Tipo: masterThesis
Título: Prevalência da síndrome metabólica no envelhecimento indígena
Autor(es): Rocha, Ana Karina Silva da
Orientador: Machado, Denise Cantarelli
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Data de Publicação: 2009
Palavras-chave: MEDICINA
GERIATRIA
GERONTOLOGIA
ENVELHECIMENTO
IDOSOS
SÍNDROME METABÓLICA
ÍNDIOS - RIO GRANDE DO SUL
Resumo: A prevalência da síndrome metabólica (SM), encontrada em diferentes estudos tem ampla variação dependendo da população e do critério de diagnóstico utilizado. A SM é caracterizada por alterações no metabolismo glicídico, obesidade, hipertensão e dislipidemia. A presente pesquisa teve por objetivo descrever a prevalência da SM em indígenas de meia idade e idosos rurais e urbanos do sul do Brasil. Este é um estudo de corte transversal descritivo analítico, realizado nos municípios de Porto Alegre e Nonoai-RS, Brasil do qual participaram 150 indígenas com 40 anos ou mais. A prevalência da SM foi estimada aplicando os critérios diagnósticos do National Cholesterol Education Program - Adult Treatment Panel III. Foram realizados testes bioquímicos, antropométricos e um recordatório alimentar de 24 horas, analisado conforme fatores de frequência associados ao hábito saudável de alimentação por meio da observação da adesão aos 10 passos para uma alimentação saudável propostos pelo Ministério da Saúde. A prevalência da SM foi de 65,3% sendo mais prevalente no sexo feminino. Emborra não tenha sido detectado uma diferença estatisticamente significativa, provavelmente decorrente da discrepância do número amostral, houve maior prevalência da SM em indígenas do meio rural. Os valores para SM, a hipertensão, triglicerídeos, os níveis de HDL, a circunferência abdominal e a glicemia foram significativos. Em relação ao recordatório alimentar, observou-se que as pessoas com SM apresentaram piores resultados em 5 dos 8 passos para uma alimentação saudável avaliados: consumo de vegetais/frutas e legumes, consumo de doces, álcool e refrigerante, peso saudável e atividade física.Acredita-se que a educação para a saúde dos indivíduos portadores de SM seja o melhor caminho para o controle desse problema desde que se promova a sua adequação aos indígenas com SM e a motivação para mudanças de hábitos melhorando a qualidade de vida.
The prevalence of the metabolic syndrome (MS), found in different studies varies considerably depending on the population and the diagnostic criteria. The MS is characterized by alterations in glucose metabolism, obesity, hypertension and dyslipidemia. This research aims to study the prevalence of metabolic syndrome in middle aged and elderly indigenes from both rural and urban areas in southern Brazil. This is a cross-sectional descriptive analytic study conducted in Porto Alegre and Nonoai-RS, Brazil attended by 150 indigenous aged 40 years or more. The prevalence of MS was estimated by applying the diagnostic criteria of National Cholesterol Education Program - Adult Treatment Panel III. Biochemical and anthropometric tests were performed an 24 hour, food recall analyzed according to frequency factors often associated with healthy eating habits by observing adherence to the 10 steps to a healthy diet proposed by the Health Ministry. The prevalence of MS was 65. 3% being more prevalent in females a higheer prevalence of MS in indigenous from rural area was observed altrough us statistical difference was detected, probably due to sample sige disparits. The values for MS, hypertension, triglycerides, HDL levels, waist circumference and blood glucose were significant. Recordirey food intake recall, it was observed that people with MS showed worse results in 5 from the 8 steps for a healthy meal assessed: consumption of vegetables/fruits, sweet consumption alcohol and soft drinks, healthy weight and physical activity.We believed that the health education and motivation of individuals with MS would be the best way to control this health problem since its become suitabile for indigenous with MS improving the quality of life.
URI: http://hdl.handle.net/10923/3691
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