Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/4134
Tipo: doctoralThesis
Título: Manuel Bandeira: memória e história da poesia
Autor(es): Marozo, Luís Fernando da Rosa
Orientador: Moreira, Maria Eunice
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Letras
Data de Publicação: 2011
Palavras-chave: LITERATURA BRASILEIRA - HISTÓRIA E CRÍTICA
BANDEIRA, MANUEL - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
POESIA BRASILEIRA - HISTÓRIA E CRÍTICA
Resumo: Na recepção da Apresentação da poesia brasileira, de Manuel Bandeira, procuro averiguar a visão de poesia e de nação que seu autor propõe. Tenho como aporte teórico a proposta de uma história conceitual de David Perkins e os fundamentos da ciência empírica construtivista de Siegfried Schmidt. O texto ganhará significação como documento do passado, mas, aqui, o passado será visto como uma construção intelectual no presente do historiador, através da qual ele organiza suas experiências mentais e sensoriais em um sistema coerente. A memória, nesse modelo, é gerada com base na autorreferencialidade e permite ao homem atender às necessidades atuais, ou seja, possui um caráter pragmático, e não o de conservar os acontecimentos do passado. Portanto, essa história da poesia é resultado de uma experiência presente e de conhecimento presente de Manuel Bandeira que serve de sintoma de uma época e de um grupo. Nessa perspectiva, ela constrói e não reconstrói conceitos de poesia e nação para a nossa memória coletiva.
En la recepción de la Apresentação da poesia brasileira, de Manuel Bandeira, busco averiguar la visión de poesía y de nación que su autor propone. Tengo como soporte teórico la propuesta de una historia conceptual de David Perkins y los fundamentos de la ciencia empírica constructivista de Siegfried Schmidt. El texto ganará significación como documento del pasado, sin embargo, aquí, el pasado será visto como una construcción intelectual en el presente del historiador, a través de la cual él organiza sus experiencias mentales y sensoriales en un sistema coherente. La memoria, en ese modelo, es generada con base en la autoreferencialidad y permite al hombre atender a las necesidades actuales, es decir, posee un carácter pragmático, y no el de conservar los sucesos del pasado. Por lo tanto, esa historia de la poesía es el resultado de una experiencia presente y de conocimiento presente de Manuel Bandeira que sirve de síntoma de una época y de un grupo. En esa perspectiva, ella construye y no re-construye conceptos de poesía y nación para nuestra memoria colectiva. spa
URI: http://hdl.handle.net/10923/4134
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