Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/6648
Tipo: masterThesis
Título: Saúde bucal de idosos longevos
Autor(es): Lewandowski, Andressa
Orientador: Bós, Ângelo José Gonçalves
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Fecha de Publicación: 2014
Palabras clave: GERONTOLOGIA
MEDICINA
ENVELHECIMENTO
QUALIDADE DE VIDA
SAÚDE DO IDOSO
SAÚDE BUCAL
Resumen: INTRODUÇÃO: Segundo dados do censo brasileiro de 2010, a população idosa aumentou em 43,3%, sendo que a população de longevos cresceu 72%. A literatura é escassa em relação à saúde bucal dos idosos e praticamente inexistem estudos que contemplem a saúde bucal de idosos acima de 80 anos no Brasil. Considerando o número elevado não apenas de idosos, mas também de longevos (idosos acima de 80 anos), este estudo pretende estimar as condições de saúde bucal dos longevos.MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal quantitativo, descritivo e analítico. A amostra foi composta por 38 idosos de 80 anos ou mais. Avaliou-se a autopercepção de saúde geral e bucal e as condições clínicas de saúde bucal.RESULTADOS: Maioria eram mulheres longevas (71,1%), média de idade de 89,1 anos (±4,5). Os longevos referiram ter, em média, três morbidades (±2,3) e utilizavam em média 3,9 medicamentos (±2,8). Os longevos consideraram a sua saúde bucal como sendo ruim (60,6%). Os longevos em sua maioria usava Prótese Total, tanto na arcada superior (76,3%) quanto na arcada inferior (39,6%), e apresentavam um alto índice de necessidade de prótese (81,6%). O CPOD (número de Dentes Perdidos, Cariados e Obturados) médio foi de 29,2 com um componente de dentes perdidos de 84%. Os longevos apresentavam uma demanda importante de tratamento periodontal. Grande maioria dos longevos deste estudo referiram sintomas de xerostomia.CONCLUSÃO: Os dados obtidos nesta pesquisa mostram as marcas deixadas pelo tempo e pela falta de acesso e conhecimento sobre cuidados bucais nesta faixa etária.
INTRODUCTION: According to the Brazilian census of 2010, the elderly population has increased by 43. 3%, while the population of the oldest old grew 72%. The literature is scarce regarding the oral health of the elderly and virtually no studies that address the oral health of elderly people 80 years and over in Brazil. Considering the high number of not only the elderly, but also the oldest old (80 years and older), this study aims to estimate the oral health status of the oldest old.METHODS: This is a quantitative, descriptive and analytical cross-sectional study. The sample consisted of 38 oldest old. We assessed self-perceived general and oral health and clinical oral conditions.RESULTS: Majority of them were women (71. 1%), mean age of 89. 1 years (±4. 5). Participants reported having on average three morbidities (±2. 3) and used an average of 3. 9 medications (±2. 8). The oldest old consider their oral health as poor (60. 6%). They mostly used Denture, both in the upper arch (76. 3%) and in the lower jaw (39. 6%), and exhibit a high level of need for prostheses (81. 6%). The mean DMFT (Decayed, Missing, Filled Teeth) was 29. 2 with a component of teeth lost 84%. The oldest old have a significant demand for periodontal treatment. Vast majority of the oldest old in this study reported symptoms of xerostomia.CONCLUSION: The data obtained in this study show the marks left by time and lack of access and knowledge about oral care in this age group.
URI: http://hdl.handle.net/10923/6648
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción TamañoFormato 
000458717-Texto+Completo-0.pdfTexto Completo2,2 MBAdobe PDFAbrir
Ver


Todos los ítems en el Repositorio de la PUCRS están protegidos por derechos de autor, con todos los derechos reservados, y están bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional. Sepa más.