Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://hdl.handle.net/10923/7743
Tipo: masterThesis
Título: Tolerância a falhas em elementos de processamento de MPSoCs
Autor(es): Barreto, Francisco Favorino da Silva
Orientador: Amory, Alexandre de Morais
Editor: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação
Fecha de Publicación: 2015
Palabras clave: INFORMÁTICA
MULTIPROCESSADORES
TOLERÂNCIA A FALHAS (INFORMÁTICA)
Resumen: The need of more processing capacity for embedded systems nowadays is pushing the research of MPSoCs with tens or hundreds of processors. These characteristics bring design challenges such as scalability and dependability. Such complex systems must have fault tolerant methods to ensure acceptable reliability and availability. This way, the user is not exposed to significant data losses, malfunctioning and even the total system failure. Considering this technology trend, the present work proposes a fault tolerance method with focus in fault recovery. The method uses concepts largely explored in distributed systems to solve the problem of permanent failures in the processing elements of MPSoCs. The implementation is exclusively in software, and recovers the system exposed to a permanent failure on processing elements, reallocating all tasks that were executing in the faulty element to a healthy processing element. The failed application tasks restart their executions since there is no context saving, enabling a lightweight method. The experiments are performed in the HeMPS platform, evaluating the most relevant parameters as recovery time, communication bandwidth impact, scalability and others. In the absence of faults, the proposed protocol has 21 Kbytes of memory area (20% more compared to the original kernel) and no overhead in terms of execution time. In the presence of faults, the results demonstrate total recovery times from 0. 2ms to 1ms, depending on the number of reallocated tasks (1 to 7). The biggest impact in the protocol time is related with the reallocation task phase.
A pesquisa em MPSoCs (do inglês, Multiprocessor System on Chip) tem sido motivada pela necessidade crescente de maior capacidade de processamento das aplicações de sistemas embarcados. Devido à esta tendência, os MPSoCs tornam-se cada vez mais complexos e miniaturizados. Estas características trazem associados desafios como escalabilidade e dependabilidade. O sistema que tem a necessidade de ser confiável e estar disponível em todo o seu tempo operação precisa ser tolerante a falhas a ponto de recuperar-se automaticamente. Dessa forma o usuário não será exposto a perdas de informação, execução malsucedida ou até mesmo a falha total do sistema. Este trabalho propõe um método de tolerância a falhas com foco na recuperação de falhas. O método utiliza conceitos utilizados em computação distribuída para solucionar o problema de falhas permanentes em elementos de processamento de um MPSoCs. O método proposto, implementado exclusivamente em software, recupera um sistema exposto a uma falha permanente de um elemento de processamento, realizando uma realocação das tarefas que estavam sendo executadas pelo elemento que falhou para um elemento de processamento saudável do sistema. As tarefas da aplicação que falharam devem reiniciar suas execuções do ponto de partida dado que o contexto da execução não é salvo, mantendo assim um baixo overhead no sistema, como demonstrado nos resultados obtidos. Os experimentos foram realizados na plataforma HeMPS com uma avaliação dos parâmetros mais relevantes como tempo de recuperação, impacto em banda de comunicação, escala e outros, que justificam a viabilidade e as vantagens do método proposto. Na ausência de falhas, o protocolo proposto não altera o tempo de execução, porém aumenta o tamanho de memória do kernel para 21 Kbytes, 20% de acréscimo comparado com o kernel original. Os resultados obtidos na presença de falhas mostram que o tempo total de recuperação de falhas do método é de 0,2ms a 1ms, dependendo do número de tarefas realocadas devido ao PE defeituoso. O maior impacto de tempo no protocolo se dá com a etapa de realocação de tarefas.
URI: http://hdl.handle.net/10923/7743
Aparece en las colecciones:Dissertação e Tese

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