Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10923/4302
Type: doctoralThesis
Title: Mar de poeta: a metáfora do oceano nas líricas de Cecília Meireles e Sophia Andresen
Author(s): Backes, Karin Lilian Hagemann
Advisor: Mello, Ana Maria Lisboa de
Publisher: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Graduate Program: Programa de Pós-Graduação em Letras
Issue Date: 2008
Keywords: LITERATURA - HISTÓRIA E CRÍTICA
POESIA - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
METÁFORA
MAR (LITERATURA)
MEIRELES, CECÍLIA - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
ANDRESEN, SOPHIA DE MELLO BREYNER - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
POESIA PORTUGUESA - HISTÓRIA E CRÍTICA
POESIA BRASILEIRA - HISTÓRIA E CRÍTICA
Abstract: Nosso objetivo é analisar o oceano como metáfora nas líricas de Cecília Meireles (1901-1964) e Sophia Breyner Andresen (1919-2004), a partir do texto do filósofo Paul Ricoeur, A metáfora viva. A proposta de Ricoeur é demonstrar que a competência metafórica está incompleta sem o apoio psicológico da imaginação e do sentimento, em que a imagem é tomada como o último momento de uma teoria semântica. Sua teoria da competência metafórica será utilizada para comprovar como cada poeta emprega essa figura de linguagem para atingir determinados propósitos em suas líricas, com base em influências comuns. Cecília está orientada na direção do místico e busca a transcendência, enquanto Sophia, por conta da cultura grega de raiz clássica, é mítica e imanente. As metáforas do mar, nas duas obras, se prestam como um meio poético privilegiado desses posicionamentos.
Our object is to analyze the ocean as a metaphor in Cecília Meireles (1901-1964) and Sophia Breyner Andresen‟s (1919-2004) lyrics, starting with philosopher Paul Ricoeur‟s text, The Rule of Metaphor: The Creation of Meaning in Language. Ricoeur‟s proposal is to demonstrate that the metaphoric competence is incomplete without the psychological backing of imagination and feeling, where the image is taken as the last moment in a semantic theory. His metaphoric competence theory will be utilized to prove that every poet employs that language‟s figure to arrive at their purposes in the lyrics, bases in common influences. Cecilia is oriented in the direction of the mystical and searches for transcendence, whereas Sophia, due to the Greek culture of classical origin, is mythical and immanent. In both works, the sea‟s metaphors are the poetic privileged way to reach these points.
URI: http://hdl.handle.net/10923/4302
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