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dc.contributor.advisorSchwanke, Carla Helena Augustinen_US
dc.contributor.authorJacondino, Camila Bittencourten_US
dc.date.accessioned2013-08-07T18:56:52Z-
dc.date.available2013-08-07T18:56:52Z-
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10923/3641-
dc.description.abstractINTRODUCTION : Metabolic syndrome (MS) has a high prevalence among the elderly. In its management, are included drug and non-drug measures, such as diet and regular physical exercise. In this context, treatment compliance is essential for successful treatment. The present studi aims at describing the prevalence of adherence to medication and non-medication in elderly patients with metabolic syndrome, followed by the Primary Health Care (PHC) and association with demographic, socio-cultural-economic and clinics. METHODS : Cross-sectional and observational, conducted with 110 elderly individuals, diagnosed with Metabolic Syndrome by NCEP-ATP III criteria, from the "Clinical and Epidemiological Study of Elderly followed by the PHC in the city of Porto Alegre (EMISUS)". To evaluate adherence to medication was used the Measure Treatment Adherence (MTA). To evaluate adherence to diet and exercise, it was used a questionnaire developed by the authors of the study, based on the recommendations of the First Brazilian Guidelines for Metabolic Syndrome. RESULTS : The mean age of the sample was 68. 3 ± 6. 6 years (61-90 years). Most composed by elderly women (N = 74, 67. 3%) and the most frequent age group was 60-69 years old (64. 5%). From the 110 patients included, 100 were using daily medications, from which antihypertensives were the most prevalent (87%). The average score of the MAT was 5. 5 ± 0. 4 and the median 5. 5 (used as a cutoff to determine compliance). Fifty six percent of the elderly (95% CI = 25 to 42. 7%) were considered adherent to medication. From the statistically significance associations between adherence to therapy with gender and cardiovascular risk (CV), women were significantly more adherent than men, and elderly with low CV risk were more adherent than those at intermediate risk and high. It was not verified a statistically significant association between medication adherence and education, income and polypharmacy. Of the total sample, 82 (74. 5%) patients received some nutritional guidance, from which 33. 9% (95% CI = 25 to 42. 7%) were adhered to the diet. Reducing salt food item was the diet with greater adherence (89. 1%), and lower adherence item (59. 7%) was related to whole kinds of foods. The most cited reason for non-adherence to diet was lack of persistence (38. 9%). Only 23. 6% (CI-15 0. 7 to 31, 5%) of the elderly adhered to exercise. Physical problems such as arthritis and back pain, both with 26. 9%, were the main reasons for non-adherence. There were no statistically significant differences between the non-drug treatment adherence with demographic, socio-cultural-economic and cardiovascular risk. CONCLUSION : We found that in elderly patients with metabolic syndrome followed by Primary Health Care, the prevalence of adherence to drug therapy was 56%, adherence to diet was 33,9% and adherence to exercise was 23. 6%, which is statistically significant between medication adherence and cardiovascular risk.en_US
dc.description.abstractINTRODUÇÃO : A Síndrome Metabólica (SM) apresenta uma prevalência elevada entre a população idosa. No seu manejo, estão incluídas medidas medicamentosas e não medicamentosas, como dieta e prática regular de exercício físico. Neste contexto, a adesão ao tratamento é essencial para o sucesso do tratamento. OBJETIVOS : Descrever a prevalência da adesão ao tratamento medicamentoso (ATM) e não medicamentoso em idosos portadores de síndrome metabólica, atendidos na Estratégia Saúde da Família (ESF) e sua associação com variáveis demográficas, socioculturais, econômicas e clínicas.MÉTODOS : Estudo transversal e observacional, realizado com 110 idosos com diagnóstico de SM pelo critério do NCEP-ATP III, participantes do “Estudo Epidemiológico e Clínico dos Idosos Atendidos pela ESF do Município de Porto Alegre (EMISUS)”. Para avaliação da adesão ao tratamento medicamentoso foi utilizada a Medida de Adesão ao Tratamento (MAT – utilizado, como ponto de corte para determinação de adesão/não adesão ao tratamento, a mediana da MAT). Para avaliação da adesão à dieta e ao exercício físico, foi utilizado um questionário desenvolvido pelas autoras, com base nas recomendações da I Diretriz Brasileira de Síndrome Metabólica. O uso de cinco ou mais medicamentos por dia foi considerado polifarmácia. RESULTADOS : A média de idade da amostra foi 68,3±6,6 anos (61-90 anos). A maioria dos idosos eram mulheres (N= 74; 67,3%). A faixa etária mais frequente foi a de 60-69 anos (64,5%). Dos 110 idosos avaliados, 100 utilizam medicações diariamente (90,9%), com um número médio de 3,65±1,55. Entre o uso de anti-hipertensivos, hipoglicemiantes/insulina e antihipolipemiantes, o grupo dos anti-hipetensivos foi o mais frequentemente utilizados (87%). A pontuação média da MAT foi 5,5±0,4 e a mediana 5,5. Cinquenta e seis por cento dos idosos (IC 95%= 25-42,7%) foram considerados aderentes ao tratamento medicamentoso. Observou-se diferença estatisticamente significativa da ATM com sexo e risco cardiovascular (CV), sendo que as mulheres mostraram-se significativamente mais aderentes do que os homens e os indivíduos com baixo risco CV foram mais aderentes dos que 12 os de risco intermediário e alto. Não foi verificada associação com escolaridade, renda e polifarmácia. Receberam alguma orientação alimentar 82 idosos (74,5%), sendo considerados aderentes à dieta 33,9% deles (IC 95%= 25-42,7%). A redução do sal foi considerado o item da dieta com maior adesão (89,1%) e o item de menor adesão foi o dos alimentos integrais (59,7%). A falta de persistência foi o motivo para não adesão à dieta, mais frequentemente citado (38,9%). Em relação ao exercício físico, apenas 23,6% dos idosos (IC-15,7-31,5%) aderiam à prática. Problemas físicos como artrose e lombalgia foram apontados como os principais motivos para a não adesão (26,9%). Não foi observada diferença estatística significativa da adesão à dieta e ao exercício físico com as variáveis demográficas, socioculturais, econômicas e risco cardiovascular. CONCLUSÃO : Constatou-se que, em idosos portadores de síndrome metabólica, acompanhados pela ESF, a prevalência da adesão ao tratamento medicamentoso foi 56%, adesão à dieta 33,9% e adesão ao exercício físico 23,6%. Observou-se associação estatisticamente significativa da adesão ao tratamento medicamentoso com sexo e risco cardiovascular.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.publisherPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.subjectMEDICINApt_BR
dc.subjectGERONTOLOGIApt_BR
dc.subjectENVELHECIMENTOpt_BR
dc.subjectMEDICAMENTOS - ACEITAÇÃO PELO PACIENTEpt_BR
dc.subjectIDOSOSpt_BR
dc.subjectSÍNDROME METABÓLICApt_BR
dc.subjectCONDUTA NA ALIMENTAÇÃOpt_BR
dc.subjectGERIATRIApt_BR
dc.titleAdesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso em idosos portadores de síndrome metabólica acompanhados na estratégia saúde da famíliapt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.degree.grantorPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInst. de Geriatria e Gerontologiapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédicapt_BR
dc.degree.levelMestradopt_BR
dc.degree.date2013pt_BR
dc.publisher.placePorto Alegrept_BR
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