Utilize este identificador para citar ou criar um atalho para este documento: http://hdl.handle.net/10923/9802
Tipo: masterThesis
Título: The evolution of the man of letters: George Gissing and the fight for survival in New Grub Street
Autor(es): Diesel, Sophia Celina
Orientador: Theobald, Pedro
Editora: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa: Programa de Pós-Graduação em Letras
Data de Publicação: 2017
Palavras-chave: ANÁLISE LITERÁRIA
ROMANCES INGLESES - HISTÓRIA E CRÍTICA
LITERATURA INGLESA - HISTÓRIA E CRÍTICA
Resumo: A presente dissertação discute o romance New Grub Street de George Gissing, escrito na Inglaterra em 1891. Trata-se de um romance sobre as dificuldades da indústria literária e o quanto os escritores da época estão ou não inseridos na cultura econômica em que vivem. A era Vitoriana foi um tempo de transições, a era de Charles Darwin e Herbert Spencer, e das inevitáveis mudanças sociais causadas pelas inovações trazidas pela ciência, os estudos sociais e as revoluções que se seguiram a partir destas. Apesar de sua cautela inicial, o povo vitoriano tinha sede por descobertas, mesmo que elas causassem insegurança. O desejo de entender o mundo que os cercava, como haviam chegado até ali e o que o futuro reservava formaram a base para os estudos modernos que são relevantes até hoje. O principal foco do texto é entender como os personagens fictícios de Gissing lidam com esse mundo de mudanças, de mercado competitivo, pobreza e alienação social. Cada um deles reflete parcialmente as ideias e opiniões pessoais do autor em várias intensidades partindo da resignação até a revolta convicta contra a pressão do mundo moderno por uma literatura rápida, barata e fácil. A parte instigante se dá quando notamos o quão pessimista e mesmo agressivo Gissing é em relação a sua própria profissão dentro de seu mundo ficcional.
The present dissertation deals with George Gissing’s novel New Grub Street, written in England in 1891. It is a novel about the hardships of the literary industry and how much writers are connected or disconnected with the economical culture they live in. The Victorian age was the age of transition, the age of Charles Darwin and Herbert Spencer and of the inevitable social changes which came with the innovations brought up by science, social studies and the revolutions that followed. Despite some initial reserve, Victorian people were eager for innovation, even though newness also caused uneasiness. The wish to understand the world that surrounded them, how they got there and what the future reserved formed the basis for modern studies which are relevant until today. The main focus of the text is how Gissing’s fictional characters deal with this world of changes, the competitive market, poverty and social alienation. Each of them reflects partly the author’s own professional and personal choices and opinions in many different shades that come from resignation to utter revolt against the modern pressure for fast, cheap and easy literature. It is puzzling though to notice how pessimistic and even aggressive Gissing is towards his profession inside his imaginative world.
URI: http://hdl.handle.net/10923/9802
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